Prezados amigos,
O Colégio Catarinense, bem sabemos, mais do que ao ensino, dedicava-se à formação integral dos seus alunos. Os princípios religiosos e de cidadania, alicerçados por nossos pais, foram efetiva e cotidianamente reforçados no Colégio.
Já destacamos, aqui no blog, pontos do regulamento dos alunos que dizem respeito ao comportamento de cada um FORA das dependências da instituição. Ética, responsabilidade, cidadania, respeito às instituições, enfim, os pilares da civilidade, imprescindíveis na construção de uma sociedade justa, hoje fazem parte de nós.
Lembro-os disto para introduzir um artigo que poderá gerar polêmica aqui no blog. Bem sei que este blog foi idealizado para reunir os colegas para nossa festa de 35 anos de formados, porém hoje revela-se um instrumento bom demais para ser "abandonado" pelos próximos cinco anos, até nossa 40º jubileu. De toda forma, mesmo a polêmica nos manterá em contato, portanto não fugiremos aos objetivos do blog.
Quem quiser comentar, utilize o link "comentários" logo abaixo deste post. Os comentários não são moderados, são publicados como originalmente escritos.
Deixo-os com o artigo, uma reflexão e um paralelo da história que vivenciamos e dos dias que vivemos, e lanço a pergunta: continuaremos inertes?
A Revolução Democrática de 31 de Março de 1964
Gen Div (Res) Ulisses Lisboa Perazzo Lannes
INTRODUÇÃO
Episódio decisivo de nosso passado recente, a Revolução Democrática de 31 de Março há 43 anos recebe, do Clube Militar, singela e justa homenagem.
Em nossos dias, diante da avassaladora campanha há décadas conduzida pelos derrotados de 1964, “Comemorar a Revolução” adquire ainda maior significância, especialmente porque as gerações mais novas, expostas aos ventos da revolução cultural gramcista, foram ensinadas a ver, no 31 de Março, a data do “golpe que implantou no país os anos de chumbo de sanguinária ditadura militar.”
“Comemorar a Revolução” representa, portanto, preciosa oportunidade para refutar falsificações, exageros e mentiras; e, sobretudo, para recordar, compreender, avaliar, exaltar e escutar os acontecimentos, os feitos e os ensinamentos daquela momentosa quadra da História pátria.
31 DE MARÇO: TEMPO DE RECORDAR E DE COMPREENDER
Antecedentes. Nos primeiros anos da década de 1960 o Brasil passou a viver período de crescente instabilidade política, militar e institucional. Após o governo Juscelino Kubitschek, as eleições presidenciais de 1960 haviam consagrado o nome do Sr. Jânio Quadros. Vestido, ao longo da campanha, com a capa da moralização das práticas políticas e do combate à corrupção, desde logo o novo presidente revelou seu temperamento instável e autoritário e passou a assumir atitudes que pouca
dúvida deixavam quanto a suas reais intenções de investir-se de poderes discricionários. Cerca de seis meses após assumir o governo, simulou renunciar à presidência, alegando não poder enfrentar as “forças ocultas” que o impediam de cumprir os compromissos assumidos com o povo brasileiro.
Sabedor das sérias objeções e restrições que se faziam ao vice-presidente — o João Goulart (o “Jango”) — contava Jânio que a simulada renúncia não seria aceita e que o clamor público o faria retornar ao Palácio do Planalto com plenos poderes, livre e desimpedido das amarras constitucionais.
O estratagema não funcionou! O Congresso aceitou a renúncia e preparou-se para empossar o vice-presidente, então em viagem pela China Comunista. Visto pela oposição e pelas Forças Armadas como herdeiro da política varguista e simpático ao comunismo, a posse de Goulart enfrentou sérias resistências, dividiu o Exército e colocou o país à beira da guerra civil. Diante do impasse, adotou-se o parlamentarismo, e Goulart, finalmente, assumiu a presidência em 7 Set 1961, como chefe de estado, mas não de governo.
De duração efêmera, o regime parlamentarista foi rejeitado pela esmagadora maioria da
população, em plebiscito realizado em janeiro de 1963.
O CAOS PROGRAMADO.
Investido dos plenos poderes presidenciais, João Goulart rapidamente passou a
conduzir ações no sentido de implementar projeto golpista que desaguaria em um regime totalitário de esquerda. Insuflado e orientado por seu cunhado, Leonel Brizola, pregava a necessidade de “reformas de base” e a implantação de uma “república sindicalista”. Controlando o aparelho sindical, o governo promovia o grevismo, a anarquia e o caos, e o país passou a viver dias de intranqüilidade, estagnação
econômica e inflação descontrolada. Enfrentar e debelar tão graves problemas, afirmavam Jango e seus aliados, impunha a necessidade urgente de “reformas de base”, “com ou sem o Congresso, na lei ou na marra!” A mensagem não poderia ser mais clara!
OS COMUNISTAS.
Aliado ao esquema governista, porém com seus próprios objetivos, identificava-se
ainda um projeto revolucionário marxista-leninista, conduzido pelo Partido Comunista Brasileiro e seu líder, Luiz Carlos Prestes. A manobra revolucionária buscava uma “frente única” e a concretização de uma “Revolução Democrática Burguesa”, ao aliar-se à insurreição “burguesa” de Goulart e Brizola. Ao adotar esse processo, o PCB revelava fiel e rígida observância às diretrizes de Moscou, que recomendavam o “assalto ao poder pela via pacífica”, em contraposição a linhas de ação mais
açodadas e radicais (foquistas, trotskistas e maoístas), defensoras da luta armada.
As Forças Armadas. Curiosamente, ambas as correntes — a janguista-brizolista e a comunista — viam na adesão e participação das Forças Armadas e, em especial do Exército, condição imprescindível para a conquista de seus objetivos.
Para isso, fazia-se mister neutralizar, enfraquecer e solapar as lideranças contrárias aos seus desígnios e montar um “dispositivo militar” confiável, capaz de permitir e apoiar a ensandecida marcha no rumo do totalitarismo. Os chefes militares foram classificados em dois grandes grupos: havia os “generais do povo” e os “entreguistas”; as divisões internas foram fomentadas; e criou-se artificial e perigosa cisão entre oficiais e graduados. Os sagrados princípios da hierarquia e da disciplina passaram a sofrer permanente ataque.
Em janeiro de 1964, em viagem a Moscou, Prestes deixou claro o papel e a importância dos militares brasileiros no processo revolucionário vermelho:
... Oficiais nacionalistas e comunistas assegurarão, pela força, um governo nacionalista e antiimperialista... As reformas de base acelerarão a conquista dos objetivos revolucionários... O grande trunfo será o dispositivo militar.
A Escalada e os Cenários Prováveis.
Em março de 1964, a desordem e a intranqüilidade atingiram novos patamares. Sucediam-se as greves, e aumentavam as arruaças e ameaças de intervenção de grupos armados ligados a Brizola. A população sofria com o desabastecimento, os freqüentes e
inopinados cortes de energia elétrica e a quase diária paralisação do transporte público.
Arregimentada pela grande imprensa, pela Igreja católica e por líderes políticos, a opinião pública começara a protestar e a participar, maciçamente, de manifestações contra aquele estado de coisas. Em tão conturbado ambiente, três eram os cenários mais prováveis para a evolução do quadro nacional: a implantação de um regime ditatorial de esquerda; o agravamento do anarquismo sindical; e a eclosão de uma guerra civil com conotações ideológicas. Claramente, a sucessão democrática normal, prevista para ocorrer no ano seguinte (1965) tornava-se a cada dia mais distante e implausível.
Confiantes nas “forças populares” e no apoio do “dispositivo militar”, Jango, Brizola e Prestes buscaram escalar a crise, na certeza de alcançar, em curto prazo, desfecho favorável a seus propósitos.
Três episódios caracterizariam essa decisão: o comício realizado em frente ao prédio da Central do Brasil, em 13 de março, marcado pela agressividade e radicalização das posições; o motim de marinheiros e fuzileiros navais, em 25 de março; e o discurso pronunciado por João Goulart no Clube dos Subtenentes e Sargentos do Exército, em 30 de março.
O desfecho: um golpe? Dos três acontecimentos, os dois últimos influenciariam decisivamente a evolução dos acontecimentos, ainda que de maneira diametralmente oposta à imaginada por Goulart e seus companheiros de viagem. A incitação ao motim; o estímulo à quebra da hierarquia e da disciplina; a virulência de Jango; e a clara intenção de aprofundar a anarquia e a desordem despertaram nas forças vivas da nação a necessidade de pronta e enérgica reação, ainda que à custa da quebra da ordem constitucional. A destemida e intrépida decisão dos Generais Mourão e Guedes de iniciar, em Minas Gerais, com absoluta inferioridade de meios, o deslocamento em direção ao Rio de Janeiro e a Brasília, aglutinou e catalisou a resposta da sociedade brasileira aos desmandos e à subversão. A rapidez com que o movimento se fez vitorioso, sem encontrar a menor resistência de nenhum setor da sociedade, constitui a melhor prova do repúdio popular ao esquema golpista engendrado por Goulart e seus aliados.
A momentânea quebra da ordem institucional, respaldada e legitimada pelo Congresso e pelo imenso apoio popular, salvou a democracia, ameaçada pela intimidação do parlamento, pela pressão das massas sindicalizadas e pela anarquia das Forças Armadas. Desse modo, o 31 de Março de 1964 ... é, primordialmente, um fato político e não uma quartelada, como insinuam seus adversários e detratores...
*Não pode, pois, ser rotulado como golpe militar, como, aliás, atestou o jornalista Roberto Marinho, em editorial do jornal O Globo de 7 de outubro de 1984: Participamos da Revolução de 1964, identificados com os anseios nacionais de preservação das instituições democráticas, ameaçadas pela radicalização ideológica, greves, desordem social e corrupção generalizada... Sem o povo, não haveria revolução, mas apenas um “pronunciamento” ou “golpe” com o qual não estaríamos solidários.*
Gen José S. Fábrega Loureiro e Cel Pedro Schirmer, em “A Revolução de 1964” - Correio Brasiliense, 29 Mar 04.
31 DE MARÇO: TEMPO DE AVALIAR
Uma ditadura? Desencadeada para impedir a implantação do totalitarismo de esquerda, a Revolução demoraria muito mais do que o inicialmente previsto e desejado por seus líderes para devolver o poder a um civil eleito democraticamente.
A causa principal do alongamento do regime reside, sem dúvida, na necessidade de enfrentar a subversão e a luta armada, intensificadas a partir de 1968 por organizações comuno-terroristas. Pela mesma razão, viu-se obrigado a lançar mão, em momentos extremos, de recursos amargos para impedir o país de mergulhar em prolongada guerrilha urbana e rural, deflagrada com o claro objetivo de implantar no país a “ditadura do proletariado”. Não obstante o necessário e eventual uso de medidas de força, a Revolução sempre teve como meta o restabelecimento pleno da democracia.
Aliás, é bom lembrar que seu último presidente, o General Figueiredo, governou durante seis anos sem nenhum dos poderes discricionários outorgados por atos revolucionários.
Não parece justo, portanto, acoimar de ditatorial um regime que exigiu o rodízio de lideranças, não praticou o culto da personalidade, não adotou o modelo do partido único, manteve os instrumentos de legalidade formais e, por fim, auto-limitou-se. Mais uma vez, a palavra do jornalista Roberto Marinho ilustra e esclarece:
“Não há memória de que haja ocorrido aqui, ou em qualquer outro país, um regime de
força, consolidado há mais de vinte anos, que tenha utilizado seu próprio arbítrio para se auto-limitar, extinguindo os poderes de exceção, anistiando adversários, ensejando novos quadros partidários, em plena liberdade de imprensa. É esse, indubitavelmente, o maior feito da revolução de 1964.”
(Julgamento da Revolução - O Globo - 7 de outubro de 1984)
OS ÊXITOS.
Ao restabelecer o clima de ordem e paz e o princípio da autoridade, o período revolucionário propiciou profundas, benéficas e duradouras transformações. Nunca antes, na história deste país (e nem depois), viveu-se tempo de tão acelerado progresso e concretas realizações. O quadro abaixo permite esclarecedora comparação:
Período
1964/84 1985/89 1990/94 1995/02 2003/07
Média/Ano
6,29 4,39 1,24 2,31 3,78
Taxa Média/Ano de Crescimento Econômico Real Expresso em % do PIB - Fonte: IBGE
Apresentando taxas de crescimento não mais atingidas, o Brasil passou do 49º para o 8º lugar, entre as economias do mundo. Dentre outros feitos, a infra-estrutura do país foi modernizada e ampliada; todas as capitais estaduais passaram a ser interligadas fisicamente, por estradas de muito boa qualidade; incorporou-se efetivamente a Amazônia ao patrimônio nacional; desenvolveram-se as indústrias naval e aeronáutica; criaram-se a Empresa Brasileira de Pesquisa Agrária e a Empresa Brasileira de Telecomunicações; multiplicou-se por 9 a potência elétrica instalada, por 6 as reservas de petróleo e por 15 as receitas com exportações; e as fronteiras econômicas expandiram-se, com a adoção do Mar de 200 Milhas.
Iguais êxitos foram alcançados na área social, por intermédio de medidas como, por exemplo, a incorporação à Previdência Social de 20 milhões de trabalhadores rurais; a promulgação do Estatuto da Terra; a criação de órgãos e instrumentos de ação social como o FGTS e o PIS/PASEP; e a instituição do MOBRAL e do Projeto Rondon.
Diante de tão expressivas e incontestáveis realizações, não é exagero afirmar-se que a Revolução modernizou o Brasil e plantou as bases físicas que, ainda hoje, alicerçam a caminhada do país no rumo do pleno desenvolvimento, como sociedade livre e democrática.
Certamente, equívocos foram cometidos. O balanço, todavia, é inquestionavelmente positivo, e a análise isenta do período, “descompromissada com o emocionalismo próprio dos perdedores”, certamente revela resultados extremamente favoráveis, muito diferentes da “versão construída pelas esquerdas, com bases em referências ideológicas inconsistentes e ultrapassadas”.
31 DE MARÇO: TEMPO DE EXALTAR
Comemorar a Revolução Democrática de 31 de Março de 1964 é também exaltar!
Exaltar e homenagear as lideranças civis e militares que há quarenta e quatro anos
demonstraram a visão, o arrojo e o destemor para arrostar os perigos da hora presente e arrastar a nação pelos caminhos que haveriam de possibilitar a preservação da democracia e a preservá-la do comunismo.
Exaltar e homenagear os chefes militares que exerceram a presidência da república com os olhos postos, somente, na grandeza e nos interesses da pátria. Que pautaram suas atitudes pelo comedimento e pelo decoro; que levaram uma vida austera, sem jactâncias ou demonstrações de arrogância; que não se entregaram a conchavos, buscando reeleger-se ou perpetuar-se no cargo; que não permitiram o culto a suas personalidades; que não vacilaram em adotar medidas duras e impopulares, em vez de ceder às práticas do assistencialismo e do populismo voltados para a manutenção de vantagens eleitorais; que selecionaram equipes administrativas com base no mérito, e
não para atender interesses subalternos; que se portaram com altivez e independência, sem se preocupar em agradar grupelhos e corriolas ideológicas; que procuraram servir, e não servir-se do cargo para enriquecer ou enriquecer seus familiares; e que, ao término dos mandatos, saíram de cena com a serenidade própria de quem soube cumprir a missão.
Exaltar e homenagear, principalmente, os incontáveis brasileiros, militares e civis, heróis anônimos que travaram e venceram o “Combate nas Trevas” contra a luta armada desencadeada em nossas cidades e no campo por ensandecidos brasileiros cooptados por facções do comunismo internacional. A expressiva frase cunhada pelo General Walter Pires de Carvalho e Albuquerque, antigo Ministro do Exército, hoje gravada nas paredes de várias de nossas organizações militares, sintetiza a exaltação e a homenagem devidas a esses compatriotas:
“Estaremos sempre solidários com aqueles que, na hora de agressão e da adversidade,
cumpriram o duro dever de se opor a agitadores e terroristas, de armas na mão, para que a Nação não fosse levada à anarquia”
Sim, estaremos sempre solidários, enquanto proclamarmos, com a força e o vigor possíveis, a “Grande Mentira” contida na afirmação de que a luta armada originou-se da opressão exercida pelos governos revolucionários, sobretudo a partir da edição do Ato Institucional Nr 5. Pois, como revela o corajoso e franco depoimento de ex-integrante de um grupo guerrilheiro (sublinhados acrescentados),
*
Não compartilho a lenda de que no fim de 1960 e no início de 1970 nós (inclusive eu) fomos o braço armado de uma resistência democrática. Acho isso um mito surgido durante a campanha da anistia. Ao longo do processo de radicalização iniciado em 1961, o projeto das organizações de esquerda que defendiam a luta armada era revolucionário, ofensivo e ditatorial. Pretendia-se implantar uma ditadura revolucionária. Não existe um só documento dessas organizações em que elas se apresentem como instrumento da resistência democrática.
*
Depoimento prestado por Daniel Aarão Reis, ex-militante do MR-8, atualmente Professor de História Contemporânea na Federal Fluminense, em entrevista a O Globo
Estaremos sempre solidários, enquanto lembrarmos que o sacrifício supremo feito por tantos brasileiros tombados na defesa da democracia e da legalidade não recebe ou recebeu as vultosas e obscenas indenizações pagas com dinheiro público aos que roubaram, assaltaram, seqüestram e mataram.
Estaremos sempre solidários enquanto repudiarmos as tentativas de opor o “Exército de hoje, democrático e profissional”, ao “Exército de ontem, golpista e torturador”.
Estaremos sempre solidários, enquanto não permanecermos em acovardado silêncio diante da farsa de meliantes que, em vez de se envergonharem de seus crimes ganham redobrada ousadia e organizam-se para difamar e até levar às barras dos tribunais honrados militares que cumpriram o duro dever de combatê-los.
Estaremos sempre solidários, enquanto compreendermos que a democracia impõe a convivência harmoniosa e respeitável entre contrários, mas não exige a bajulação, a subserviência, as homenagens e as condecorações a antigos agitadores e terroristas que, de armas na mão, procuraram levar a Nação à anarquia e ao comunismo.
31 DE MARÇO: TEMPO DE ALERTAR
Comemorar o 31 de Março, finalmente, convida-nos a ouvir vozes de alerta!
Alerta, porque (para usar as palavras de respeitado Chefe militar) “No momento em que carece o país de exemplos de lealdade, de prática da verdade, de honestidade, de probidade e de seriedade; no momento em que ventos antidemocráticos sopram na América do Sul; no momento em que se reescreve e distorce a História, com vil visão marxista”, é preciso relembrar e meditar sobre os ideais de 1964.
Alerta, porque, apesar de todas as demonstrações de tolerância, respeito à ordem democrática e perdão aos criminosos de ontem, as Forças Armadas continuam marginalizadas e tratadas com descaso e mal disfarçada hostilidade. Alijadas das esferas decisórias da República, em nome da concórdia tudo têm aceito, até o inaceitável, como o pagamento de régias recompensas a traidores e desertores que se levantaram para implantar, em nosso país, ditadura de modelo castrista, maoísta e
soviética.
Alerta, porque, na revolução cultural gramcista, “Heróis não são mais os que morreram pela liberdade, mas os que mataram pela escravidão, e as homenagens não são mais para os homens da lei, mas para os homens sem lei”.
Alerta, porque enquanto o banditismo alimentado pelo tráfico de drogas aterroriza cidades, ceifa vidas e enluta milhares de famílias; o país integra foro de países que trata como aliada organização narco-guerrilheira de país vizinho, com claras e evidentes ramificações em nosso território.
Alerta, porque, tolerados e apoiados pelo Estado e pelo estrangeiro, grupos revolucionários atuam livremente em todo o país e com invulgar capacidade de mobilização, invadem terras produtivas, destroem propriedades, incendeiam instalações e depredam preciosos laboratórios, na certeza de que estão acima e além da lei.
Alerta, porque a pretexto de defender etnias indígenas, organizações não-governamentais e entidades com sede no estrangeiro controlam, na prática, ponderáveis porções do território nacional; e, recentemente, conseguiram, até mesmo, proibir um oficial-general do Exército de acompanhar, em área sob sua jurisdição, visita de autoridade ministerial.
Alerta, porque a sociedade, anestesiada por décadas de intoxicante doutrinação, assiste, impassível, a omissão e a cumplicidade criarem, no país, clima de desapreço à verdade e à ética, de desrespeito à justiça, de desmoralização de instituições, de negociatas e escândalos.
Que “o Brasil de todos” (de todos os brasileiros de bem), o Brasil verde e amarelo azul e branco, o Brasil que soube dizer “Não!” à cor vermelha em 1964, ao ouvir essas vozes de alerta, possa responder como as sentinelas das velhas fortalezas portuguesas, que em suas rondas rompiam o silêncio da noite com o brado: “Alerta estou!”.
CONCLUSÃO
Como qualquer data histórica, comemorar a Revolução de 31 de Março de 1964 requer serena reflexão, para que possamos efetivamente entendê-la, avaliá-la, exaltá-la e dela retirar ensinamentos.
Não se esgota, porém, nesses verbos, a tradicional comemoração promovida pelo Clube Militar. Porque, ao comemorá-la e proclamar seus feitos e ideais, o que fazemos é buscar a fé e a inspiração para continuar a lutar pela preservação das liberdades democráticas da Nação e a trabalhar pela construção de uma Pátria justa... e pelo bem do Brasil!
Quinta-feira, 3 de Abril de 2008
Segunda-feira, 12 de Novembro de 2007
Aconteceu...
Lá pelas tantas, um colega foi visto conversando com a Maria Luiza. Dizia que jamais esqueceu suas aulas, e que agora, para exercitar, só faz sua lista de compras em inglês. E, tirando um papel amassado do bolso, mostrou para ela:
PAY SHE
MAC CARON
MY ONE EASY
PAUL ME TOO
ALL FACE
CAR NEED BOY (MAIL KILO) (esta é genial...)
AS PAR GOES
KEY JOE PARM ZOOM
COW VIEW FLOOR (fantástica)
PIER MEN TOM
BETTER HAB
LEE MOON
BEER IN GEL
THREE GO
PAY TO THE PIER YOU (sensacional...)
Ao final ainda dá um tapa na testa,dizendo:PUTZ GRILL LOW ! IS KEY SEE O TOO MUCH... PUT A KEEP ARE YOU!!
PAY SHE
MAC CARON
MY ONE EASY
PAUL ME TOO
ALL FACE
CAR NEED BOY (MAIL KILO) (esta é genial...)
AS PAR GOES
KEY JOE PARM ZOOM
COW VIEW FLOOR (fantástica)
PIER MEN TOM
BETTER HAB
LEE MOON
BEER IN GEL
THREE GO
PAY TO THE PIER YOU (sensacional...)
Ao final ainda dá um tapa na testa,dizendo:PUTZ GRILL LOW ! IS KEY SEE O TOO MUCH... PUT A KEEP ARE YOU!!
Domingo, 11 de Novembro de 2007
Sexta-feira, 9 de Novembro de 2007
A prova do (não) crime
Discutindo sobre a questão do acesso ao cinema, Zé Rui manda as suas "carteirinhas" para provar que nunca rasurou a data de nascimento para entrar nos cinemas do pai do Miguel Daux. O fato é que em 72 ele já não precisava mais.... vale destacar a segurança do impresso: o selo sobre a foto, mas que saia facinho facinho no vapor d´agua....Quarta-feira, 7 de Novembro de 2007
Tudo pronto
Pessoas, ontem fizemos a última reunião da "comissão organizadora". Já esta tudo pronto. Teremos boa música, comida, bebidas, e muita alegria. Desta vez, se todos que confirmaram comparecerem, teremos mais de 100 pessoas em nosso encontro. É tanta gente, e tem gente que há tanto tempo não se vê que precisaremos identifica-los. Claro, tirando as meninas, fica aquele mar de cabelos grisalhos, permeado com alguns recifes carecas. Tudo muito igual, e muito diferente de 35 anos atrás. Estávamos até pensando em pedir a "carteirinha de estudante".... mas sem direito a pagar "meia", afinal, nesta altura, isto não nos faz mais diferença. Talvez fosse bom levar a "caderneta", afinal, ali é que temos as anotações disciplinares.... mas a idéia é fazer festa mesmo, então, deixa quieto. Bom, só para animar mais um pouco, vamos ver quem confirmou presença:Abreu Fº Helio
Altemburg Maria Alice
Alves Carlos Jose "Carlinhos"
Araujo Yone GanzoAtherino Jorge
Bez Humberto Nocetti
Bez Neto Silvestre
Borba Julio Cesar de
Bossle Maria de Fatima
Bruggemann Jr Jose Osni
Caminha Jose Carlos
Cardoso Paulo F
Cardoso Maria Eloisa Marach
Correa Walma Bittencourt
Francisco Dias Costa
Cunha Rodrigo Antonio da
Daux Neto Miguel
Duarte Raquel Cardoso
Ducker Teodoro Carlos do Livramento
Faraco Jose Fernando XavierFernandes
Ferreira Ricardo Bastos
Fett Renato Heitor
Fischer Ivan Cesar
Fonseca Vilma Edite Ramos
Galletti Antonio Carlos Clemente
Gentil Roberto Cidade
Gesser Mario Cesar
Goulart Neto Pedro
Helou Elizabete Amin
Jardim Jose Affonso da Silva
Jendiroba Dirceu Heitor
Jose Humberto Jorge
Kowalski Jose Rodolfo
Leonetti Carlos Araujo
Locks Maria Perpetua Rogerio
Losso Gilberto
Luz Eleonora C. Philippi
Maciel Constancio Alberto Salles
Makowiecky Edson
Martorano Ivo Cesar
Medeiros Jorge Luiz
Medeiros Elgson Agenor
Meyer Beatriz Schaeffer
Monguilhott Sergio Jose
Moritz Evaldo Ramos
Mussi Rosana Richter
Neves Maria Ernestina Vieira
Orth Lourenco
Pereira Fº Dylton do Vale
Pereira Oliveira Carlos Alberto
Polli Ricardo
Regis Osni Eduardo Camargo
Regueira Marcos
Rocha Maria Jose de Carvalho
Rosa Murilo de Souza
Salles Ubaldo Luiz Brisighelli
dosSantos Ricardo Sebastiao Gomes
Santos (Soneca) Jaime Roberto dos
Schlichting Julio Cesar
Serra Costa Fº Jose Murillo da
Silva Ivan Moritz Martins da
Silva Dario Ferreira da
Silva Jr Renato Ramos da
Silveira Julio Cesar
Soares Jose Rui Cabral
Sousa Carlos Jose de
Truppel Sylvio Francisco Mendes
Verani Jr Plinio
Vignes Sergio Sadeli
Carioni Bea
Mund Celso
Moreira Gilzinha
Abreu Rosane Cherem de
Bom, com os acompanhantes etc, chegaremos a 115 pessoas. Já dá uma boa festa.
Terça-feira, 6 de Novembro de 2007
Turma do Secretariado 1972
Pessoas, fomos ao Colégio hoje e achamos esta foto da turma do secretariado de 1972. Alguns estarão no dia 10 conosco. Sejam bem vindos!
Turma do Curso Técnico de Secretariado do ano de 1972.Integrantes da turma: Adelia Giovanella, Aidil Maria Pereira,Amelia Barbosa, Ana Maria catarina de Souza, Carmen deSousa Damiani, Cassia Regina Andrade, Celso Luiz MoreiraMund, Eliana Spoganitz Linhares, Gilza Maria Moreira, InesHelena Silva, Joanita Batista de Souza, Juçara Spoganicz,Julia Maria Mambrini Pereira, Katia Maria Baasch Luz, leaCouto Varela, Leatrice Bernardini Dornbusch, LindalvaCosta, Lucia Maria Leal de Meirelles, Lucília Müller, MariaBeatriz Goulart Silva, Maria Bernadete Claudino, Maria daGraça Carvalho Cardoso, Maria de Lourdes Erig, MariaHelena Braunsperger, Maria José de Souza, Maria LigiaFrancisco, Maria Lucia Brasil, Marisa Vidal de CarvalhoRocha, Maura Soares, Miriam Leite da Costa, Oilson LuizMachado, Rosangela Goss da Silva, Rosangela ConceiçãoNunes da Silva, Sued Silva e Vera Maria Miranda Pereira.
O professor, a turma antiga conhece: Rogério Anelito Cancelier.
Encontros de ex-alunos

Em 2005, nosso Colégio completou 100 anos dedicados à formação e educação de jovens. Como não poderia deixar de ser, nossa turma tinha representantes na ocasião. Na foto, Ricardo "Caco" Bastos, Roberto "Vento Sul" Gentil e Rodolfo "Gugu" Kowalski (não nesta ordem, só para complicar). Atrás, quase de papagaio de pirata, Claude Pasteur de Farias, da turma de 1973, que também é promove seus encontros.
Segunda-feira, 5 de Novembro de 2007
Uma justa homenagem

Transcrevo relato enviado por nosso colega José Fernando X. Faraco, onde descreve um fato creio que desconhecido da grande maioria, mas que destaca a excelência dos professores do Colégio.
Quando da inauguração do CTAI- Centro de Tecnologia de Informática do SENAI sito à SC-401, tendo em vista o rico histórico do Pe. Eulógio Koelberg (Bôca) em ter revelado, através de suas fantásticas "Feiras de Ciências" inúmeras vocações tecnológicas que mais tarde converteram-se em atividades econômicas promissoras para Florianópolis e para o Estado, convencí o então Presidente da FIESC, Osvaldo M. Douat de quem fui o Vice, a homenageá-lo convidando-o para "abençoar" as instalações durante a cerimônia de inauguração.
Ele já estava bastante enfraquecido pela idade e teve que ser apoiado pelo Regueira enquanto proferia uma longa e demorada benção no alto da escada do frontispício do Prédio. Lá embaixo, num sol de rachar, o nosso Pe. Eulógio manteve sem chances de fuga possível uma plêiade de autoridades da política e da indústria, que incluía o falecido Governador Vilson Kleinubing, Senador Albano Franco, Presidente da CNI à época, o ex-Governador Jorge K. Bornhausen e por aí ia...; Deu pena daquela turma;
Também foi o último ato em vida daquele professor abnegado, mestre verdadeiramente vocacionado (assim como seu irmão, Pe. Aluísio) O Pe. Eulógio faleceu dias após.
Seu currículum e as razões de ter sido escolhido para abençoar aquêle estabelecimento foram no entanto lidos em alto e bom som antes da benção de modos que todos alí souberam as razões da homenagem que se quis prestar e saudaram o velho Professor de química com uma longa salva de palmas, possívelmente uma das poucas de sua belíssima carreira, nunca por falta de méritos mas por seus conhecidos predicados de recato e humildade.
Pude perceber seu olhar perdido enquanto saudado pela multidão que se aglomerava, o olhar dos humildes que jamais consumiria para sí aquêle momento, por mais justo que tenha sido.
E as meninas?

As meninas da nossa turma são especiais: elas foram as primeiras mulheres matriculadas no Colégio Catarinense, até então um colégio exclusivamente masculino. Eram poucas, de cinco a sete em cada turma, e, todas provenientes de bons colégios, eram aplicadas, estudiosas e caprichosas. Essas hoje excelentes profissionais nas mais diversas áreas, foram as meninas que ousaram quando adolescentes e souberam encarar a enorme responsabilidade de ser as primeiras, de fazer história abrindo caminhos, e sedimentaram a participação das mulheres no Colégio Catarinense.
Bravas - e belas - pioneiras!
(Faltam fotos da Vilminha e da Joyce. Quem as tiver, poderia enviar.)
Jogo da memória
Vamos testar suas memórias... olhando as fotos "daquele tempo", vocês reconhecem todos? Bem, montamos um "jogo da memória" para auxiliar... as meninas não entraram, pois estão todas iguais, mas a rapaziada!!! Esta certo que alguns são merecedores do troféu formol, mas, como a maioria não o é, tivemos de dar uma carência de 10 anos... então, as fotos "atuais" foram originadas daquelas que tiramos em nosso encontro de 1997. Perdoem a qualidade, pois foi necessário aproximar bem alguns rostos. Divirtam-se.

Domingo, 4 de Novembro de 2007
Sugestão
Alguns colegas escreveram sugerindo que aqueles que estiverem impossibilitados de comparecer, seja pela distância, ou por compromissos assumidos, enviassem fotos e mensagens para ser divulgadas em painel durante nosso encontro.
Esta feito o pedido, e aguardamos o material para publicação.
Ah, sim, e uma boa notícia: passamos de 400 visualizações.
Esta feito o pedido, e aguardamos o material para publicação.
Ah, sim, e uma boa notícia: passamos de 400 visualizações.
Outra colaboração

Walma nos envia uma outra foto do FESTICOCA, 1970.
Podemos ver a Nora, Juliana, Rosana, Walma, Zeca, e quem reconhecer alguém que aparece na arquibancada pode nos informar, para identificarmos.
Se você tem alguma foto em seus arquivos, envie-nos, vamos recordar esse tempo gostoso. E compartilhar com todos os que frequentam o blog. Clique na imagem para ve-la ampliada.
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Sábado, 3 de Novembro de 2007
A leoa
Todos recordam Domingos Paschoal Cegalla, e sua "Novíssima Gramática da Língua Portugêsa". E, aposto, lembram de um texto que, à menor bagunça, tinhamos de copiar:
A LEOA
(Raimundo Correia – 1860-1911 - para quem não lembra, modernista)
Não há quem a emoção não dobre e vença,
lendo o episódio da leoa brava,
que, sedenta e famélica bramava,
vagando pelas ruas de Florença.
Foge a população espavorida,
e na cidade deplorável e erma
topa a leoa só, quase sem vida,
uma infeliz mulher débil e enferma.
Em frente à fera no estupor do assombro,
não já por si tremia, ela, a mesquinha,
porém porque era mãe, e o peso tinha,
sempre caro p’ras mães, de um filho ao ombro.
(...)
Mas a leoa, como se entendesse
o amor da mãe, incólume deixou-a ..
É que esse amor até nas feras vê-se!...
E é que era mãe talvez essa leoa!
A LEOA
(Raimundo Correia – 1860-1911 - para quem não lembra, modernista)
Não há quem a emoção não dobre e vença,
lendo o episódio da leoa brava,
que, sedenta e famélica bramava,
vagando pelas ruas de Florença.
Foge a população espavorida,
e na cidade deplorável e erma
topa a leoa só, quase sem vida,
uma infeliz mulher débil e enferma.
Em frente à fera no estupor do assombro,
não já por si tremia, ela, a mesquinha,
porém porque era mãe, e o peso tinha,
sempre caro p’ras mães, de um filho ao ombro.
(...)
Mas a leoa, como se entendesse
o amor da mãe, incólume deixou-a ..
É que esse amor até nas feras vê-se!...
E é que era mãe talvez essa leoa!
Para conhecimento de nossos filhos, netos....
Regulamento dos alunos do Colégio Catarinense
Art. 1) O Colégio Catarinense, fundado a 19 de março de 1906 pelos padres da Companhia de Jesus, tem por fim ministrar à juventude brasileira, a par de esmerada educação religiosa e cívica, aprimorada formação literária e científica.
......
DA ADMISSÃO E DEMISSÃO DO ALUNO
DA MATRÍCULA
Art. 4) É da competência do Diretor do Colégio admitir alunos, anualmente renovar-lhes a matrícula ou demiti-los, na forma da lei e deste Regulamento.
......
DA DEMISSÃO
......
DA CONTRIBUIÇÃO DOS ALUNOS
......
DO REGIME DISCIPLINAR DOS ALUNOS
NORMAS GERAIS
Art. 11) A disciplina exigida por este Regulamento não é imposta como fim em si, mas como meio indispensável para a formação do caráter e como base fundamental do aproveitamento intelectual dos educandos.
Art. 12) A orientação que deverá reger os alunos do Colégio Catarinense é de amor a Deus e profundo respeito à dignidade humana, quer seja representada na pessoa da legítima autoridade, quer de seus colegas, como nas demais pessoas, especialmente, se humildes, e é a de plane responsabilidade pelos atos praticados dentro ou fora do Colégio.
......
Art. 14) Todas as reclamações.... . Se o aluno entender que não se pode conformar com uma decisão de autoridade subalterna, poderá apelar para o direito de instância superior, obedecendo a seguinte ordem: Professor, Regente, Prefeito Geral e Diretor.
......
DO COMPORTAMENTO DOS ALUNOS FORA DO COLÉGIO
Art. 16) Os atos dos alunos praticados fora do Colégio devem ser tais que denotem dignidade e sentimento de responsabilidade pela honra própria, pelo nome da família e do Colégio.
......
DO FUMAR
Art. 18) Fica proibido o fumo dentro do Colégio para os alunos que não forem do 2º ciclo.
......
DAS JUSTIFICAÇÕES E PEDIDOS
......
DA ENTRADA EM AULA
Art. 22) Dois minutos antes da hora fixada para o começo das aulas, dar-se-á um sinal, devendo todos os alunos entrar imediatamente em forma e aguardar o segundo sinalcom o qual começa o silêncio. A um sinal do professor, os alunos por-se-ão em movimento em direção de suas aulas.
......
DA PERMANÊNCIA NO COLÉGIO
Art. 24) Durante a permanência no Colégio, a conduta dos alunos deverá ser digna e respeitosa, para com os superiores e professores, aos quais devem todos obediência apreço e respeitosa amizade, como também para com os colegas, com os quais procurarão manter relações francas de sincera e leal amizade.
......
Art. 27) O silêncio em aula é tido, no Colégio, como condição indispensável para o aproveitamento intelectual dos educandos e como lídima expressão de sadio coleguismona medida em que contribui para o bom andamento das aulas.
......
DA REPRESENTAÇÃO DO COLÉGIO POR PARTE DOS ALUNOS E DAS ASSOCIAÇÕES DE ALUNOS
......
DAS PENALIDADES
......
DO REGIMENTO EDUCACIONAL DOS ALUNOS
Art. 43) A religião sem a qual o homem não pode atingir a plenitude de sua perfeição, constitui a base insubstituível de toda a sã pedagogia, não podendo, portanto, ser divorciada da educação.
......
Art. 49) Incidirá nas penalidades cominadas por falta de religiosidade o aluno que:
a) Notoriamente negligenciar seus deveres religiosos no foro externo....
......
DO REGIMENTO DIDÁTICO DOS ALUNOS
......
SISTEMA DE VERIFICAÇÃO DO RENDIMENTO ESCOLAR
......
SEGUNDA CHAMADA
Art. 60) Por motivos justificados (doênça, luto etc), a Direção poderá conceder exame de segunda chamada.
REVISÃO DE PROVA
......
PROMOÇÃO
......
Art. 1) O Colégio Catarinense, fundado a 19 de março de 1906 pelos padres da Companhia de Jesus, tem por fim ministrar à juventude brasileira, a par de esmerada educação religiosa e cívica, aprimorada formação literária e científica.
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DA ADMISSÃO E DEMISSÃO DO ALUNO
DA MATRÍCULA
Art. 4) É da competência do Diretor do Colégio admitir alunos, anualmente renovar-lhes a matrícula ou demiti-los, na forma da lei e deste Regulamento.
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DA DEMISSÃO
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DA CONTRIBUIÇÃO DOS ALUNOS
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DO REGIME DISCIPLINAR DOS ALUNOS
NORMAS GERAIS
Art. 11) A disciplina exigida por este Regulamento não é imposta como fim em si, mas como meio indispensável para a formação do caráter e como base fundamental do aproveitamento intelectual dos educandos.
Art. 12) A orientação que deverá reger os alunos do Colégio Catarinense é de amor a Deus e profundo respeito à dignidade humana, quer seja representada na pessoa da legítima autoridade, quer de seus colegas, como nas demais pessoas, especialmente, se humildes, e é a de plane responsabilidade pelos atos praticados dentro ou fora do Colégio.
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Art. 14) Todas as reclamações.... . Se o aluno entender que não se pode conformar com uma decisão de autoridade subalterna, poderá apelar para o direito de instância superior, obedecendo a seguinte ordem: Professor, Regente, Prefeito Geral e Diretor.
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DO COMPORTAMENTO DOS ALUNOS FORA DO COLÉGIO
Art. 16) Os atos dos alunos praticados fora do Colégio devem ser tais que denotem dignidade e sentimento de responsabilidade pela honra própria, pelo nome da família e do Colégio.
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DO FUMAR
Art. 18) Fica proibido o fumo dentro do Colégio para os alunos que não forem do 2º ciclo.
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DAS JUSTIFICAÇÕES E PEDIDOS
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DA ENTRADA EM AULA
Art. 22) Dois minutos antes da hora fixada para o começo das aulas, dar-se-á um sinal, devendo todos os alunos entrar imediatamente em forma e aguardar o segundo sinalcom o qual começa o silêncio. A um sinal do professor, os alunos por-se-ão em movimento em direção de suas aulas.
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DA PERMANÊNCIA NO COLÉGIO
Art. 24) Durante a permanência no Colégio, a conduta dos alunos deverá ser digna e respeitosa, para com os superiores e professores, aos quais devem todos obediência apreço e respeitosa amizade, como também para com os colegas, com os quais procurarão manter relações francas de sincera e leal amizade.
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Art. 27) O silêncio em aula é tido, no Colégio, como condição indispensável para o aproveitamento intelectual dos educandos e como lídima expressão de sadio coleguismona medida em que contribui para o bom andamento das aulas.
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DA REPRESENTAÇÃO DO COLÉGIO POR PARTE DOS ALUNOS E DAS ASSOCIAÇÕES DE ALUNOS
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DAS PENALIDADES
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DO REGIMENTO EDUCACIONAL DOS ALUNOS
Art. 43) A religião sem a qual o homem não pode atingir a plenitude de sua perfeição, constitui a base insubstituível de toda a sã pedagogia, não podendo, portanto, ser divorciada da educação.
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Art. 49) Incidirá nas penalidades cominadas por falta de religiosidade o aluno que:
a) Notoriamente negligenciar seus deveres religiosos no foro externo....
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DO REGIMENTO DIDÁTICO DOS ALUNOS
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SISTEMA DE VERIFICAÇÃO DO RENDIMENTO ESCOLAR
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SEGUNDA CHAMADA
Art. 60) Por motivos justificados (doênça, luto etc), a Direção poderá conceder exame de segunda chamada.
REVISÃO DE PROVA
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PROMOÇÃO
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VIRTUS ET SCIENTIA
Sexta-feira, 2 de Novembro de 2007
Imagens de tempo um tempo que foi...
Zé, vai aí uma contribuição para a "seção nostalgia" do Blog; Na foto,está retratada a "performance" da dupla "Muia (Murilo Rosa) e Galetti"acompanhados por um "famoso" conjunto da época onde além de mim tocavamo Beto K. Brito (aparece parte do rosto na altura do ombro esquerdo doMuia) , o Arthur Moritz (primo do Dr. Ivânzinho) e o Luiz FernandoComicholli (o "Shanka"), ambos infelizmente oclusos na foto mas todosmoradores da São Jorge e imediações; Isto tudo vc conheceu; O local é o(pequeno) palco do "Salão Nobre" do Colégio Coração de Jesus ondecumpríamos tarefas de uma "Ginkana" destas com as quais nos divertíamosaprendendo; São de fato imagens de um tempo que já está, como nossoAlfredo "Cuca" Fernandes, transformado em saudades; Espero que apreciem ;AbraçosJFXF
.
Contribuição do nosso amigo Quinha, que esta ali na guitarra, do arquivo d´Os Binos. Acho que música não será problema em nossa festa... Os quatro irão! Para ampliar, clique na foto.
Quinta-feira, 1 de Novembro de 2007
Para compartilhar
A cada cinco anos, organizamos nosso encontro. Começamos alguns meses antes, em uma mesa de bar (do bar, é sempre o mesmo), arrecadando a "comissão". É uma comissão tão democrática quanto cerveja em estádio de futebol, tem apenas uma exigência: ter a disposição de um adolescente em boca livre.
Antes da primeira reunião, já se começa a mexer no cadastro. Aí esta a encrenca: as pessoas mudam, separam, casam, somem, e o pior: trocam de provedor - tudo que é email volta.
Mas, casmurros, prosseguimos. Aos poucos chega notícia de um, outro, mais um, e assim por diante. Hoje temos um belo cadastro: quase 100 emails, ô coisa boa!
Nas reuniões, definimos.... bom, não vou esticar nada aqui não, é só para lhes dizer que não é facinho como encontrar flanelinha em sinaleira essa história. Dá trabalho, bastante. Mas é fantástico realiza-la, e, ao longo do caminho, encontramos coisas como estes emails, que queremos dividir com vocês:
Caro Carlos e queridos amigos da turma de 1972,
Foi com grande prazer que li a tua mensagem e com grande alegria que vejo que vocês não esqueceram de mim. Numa das vezes que estive aí conversei com o José Murilo e ele me contou de todas as comemorações que vocês têm feito nos ultimos anos com a nossa turma de 72. Sugeri à ele que as próximas fossem feitas perto do Natal, época em que todos que moram fora normalmente voltam para casa.
Lembro com muitas saudades dos meus anos de Catarinense, inesquecíveis, visto que faço parte da primeira equipe de meninas do colégio, junto com Beth Amin, Joyce Mussi, Rosana, Maria Ernestina, entre outras. No último ano estive várias vezes em Florianópolis para cuidar da minha mãezinha que faleceu em junho passado.
Estou pretendendo voltar para passar o Natal com minha família e infelizmente não poderei participar do churrasco em novembro. Caso eu encontre alguma possibilidade de ir nessa época, ou por algum milagre desta vida, como você bem disse, avisarei com antecedência e será um grande prazer rever todos vocês.
Adorei receber o convite e espero poder revê-los, todos, em breve, quem sabe para algum encontro informal no final do ano. Fica aqui a minha proposta. Como vocês devem saber, trabalho nas Nações Unidas em Genebra, e me coloco à disposição dos amigos para qualquer coisa que precisarem daqui.
Um grande abraço carinhoso da amiga de sempre,
Clisse
ou este:
Oi Turma!!!
Foi uma pena que fique sabendo desta reuniao com pouco tempo. Neste dia vou estar no Brazil mais em uma reuniao inadiavel em Salvador-Bahia. Nao obstante desejo tudo de bom aos colegas e uma festividade cheia de sucesso e alegrias. Espero ter a oportunidade de nos encontrarmos em um futuro proximo.
Carlos Prisco Paraiso
e este:
Olá Pessoal,
Antes de mais nada, peço desculpas pela demora em responder. É que eu estava programado para estar aí em Floripa entre 01 e 04 de novembro próximo e, em função da data do encontro, fiz de tudo para prorrogar a minha ida de modo a poder ir ao encontro. Infelizmente não foi possível. Lamento, mas lamento muito. Assim só me resta enviar um saudoso abraço a todos e esperar pelo próximo encontro.
Agradeço pela lembrança e gostaria de continuar recebendo notícias.
Luiz Cordioli.
e mais um:
Zé Murillo,
Fiquei muito contente com a possibilidade de rever colegas dos tempos do Catarinense. Vieram-me à mente muitos momento vividos naqueles anos...
Estou com alguma dificuldade de liberar-me das atividades na data prevista para este encontro, mas farei o possível para marcar presença... acredito que vai dar certo. Assim que eu difinir o sim ou o não eu comunico, Ok?
Por enquanto, saudações aos que você for eencontrando nestes dias. Um abraço.
P. Guido Valli
Antes da primeira reunião, já se começa a mexer no cadastro. Aí esta a encrenca: as pessoas mudam, separam, casam, somem, e o pior: trocam de provedor - tudo que é email volta.
Mas, casmurros, prosseguimos. Aos poucos chega notícia de um, outro, mais um, e assim por diante. Hoje temos um belo cadastro: quase 100 emails, ô coisa boa!
Nas reuniões, definimos.... bom, não vou esticar nada aqui não, é só para lhes dizer que não é facinho como encontrar flanelinha em sinaleira essa história. Dá trabalho, bastante. Mas é fantástico realiza-la, e, ao longo do caminho, encontramos coisas como estes emails, que queremos dividir com vocês:
Caro Carlos e queridos amigos da turma de 1972,
Foi com grande prazer que li a tua mensagem e com grande alegria que vejo que vocês não esqueceram de mim. Numa das vezes que estive aí conversei com o José Murilo e ele me contou de todas as comemorações que vocês têm feito nos ultimos anos com a nossa turma de 72. Sugeri à ele que as próximas fossem feitas perto do Natal, época em que todos que moram fora normalmente voltam para casa.
Lembro com muitas saudades dos meus anos de Catarinense, inesquecíveis, visto que faço parte da primeira equipe de meninas do colégio, junto com Beth Amin, Joyce Mussi, Rosana, Maria Ernestina, entre outras. No último ano estive várias vezes em Florianópolis para cuidar da minha mãezinha que faleceu em junho passado.
Estou pretendendo voltar para passar o Natal com minha família e infelizmente não poderei participar do churrasco em novembro. Caso eu encontre alguma possibilidade de ir nessa época, ou por algum milagre desta vida, como você bem disse, avisarei com antecedência e será um grande prazer rever todos vocês.
Adorei receber o convite e espero poder revê-los, todos, em breve, quem sabe para algum encontro informal no final do ano. Fica aqui a minha proposta. Como vocês devem saber, trabalho nas Nações Unidas em Genebra, e me coloco à disposição dos amigos para qualquer coisa que precisarem daqui.
Um grande abraço carinhoso da amiga de sempre,
Clisse
ou este:
Oi Turma!!!
Foi uma pena que fique sabendo desta reuniao com pouco tempo. Neste dia vou estar no Brazil mais em uma reuniao inadiavel em Salvador-Bahia. Nao obstante desejo tudo de bom aos colegas e uma festividade cheia de sucesso e alegrias. Espero ter a oportunidade de nos encontrarmos em um futuro proximo.
Carlos Prisco Paraiso
e este:
Olá Pessoal,
Antes de mais nada, peço desculpas pela demora em responder. É que eu estava programado para estar aí em Floripa entre 01 e 04 de novembro próximo e, em função da data do encontro, fiz de tudo para prorrogar a minha ida de modo a poder ir ao encontro. Infelizmente não foi possível. Lamento, mas lamento muito. Assim só me resta enviar um saudoso abraço a todos e esperar pelo próximo encontro.
Agradeço pela lembrança e gostaria de continuar recebendo notícias.
Luiz Cordioli.
e mais um:
Zé Murillo,
Fiquei muito contente com a possibilidade de rever colegas dos tempos do Catarinense. Vieram-me à mente muitos momento vividos naqueles anos...
Estou com alguma dificuldade de liberar-me das atividades na data prevista para este encontro, mas farei o possível para marcar presença... acredito que vai dar certo. Assim que eu difinir o sim ou o não eu comunico, Ok?
Por enquanto, saudações aos que você for eencontrando nestes dias. Um abraço.
P. Guido Valli
Terça-feira, 30 de Outubro de 2007
Sua identificação no encontro
Mais confirmações
Mais colegas confirmam sua participação em nosso encontro:
- Dario Ferreira da Silva
- Júlio Cesar de Borba
- Maria Ernestina (Tina Vieira Neves) Makowieck
- Pedro Goulart Neto
Se você ainda não confirmou, por favor faça-o, e informe se você irá só ou o número de pessoas que lhe acompanhará. Isto é fundamental para nosso planejamento.
- Dario Ferreira da Silva
- Júlio Cesar de Borba
- Maria Ernestina (Tina Vieira Neves) Makowieck
- Pedro Goulart Neto
Se você ainda não confirmou, por favor faça-o, e informe se você irá só ou o número de pessoas que lhe acompanhará. Isto é fundamental para nosso planejamento.
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