sábado, 23 de junho de 2012

Mais fotos da reunião

Batata foi o cineasta da noite
O Chef ensina como servir


Marcando a consulta?








Vento foi designado tutor













tesoureiro cobra participação no fundo


anuncia a próxima reunião




Dupla maravilhosa


Os Ivans se encontram










Calma, há mais fotos... já coloco.

IV Reunião - Ata e lista de presença

Inoxidáveis,

Com algum atraso - peço desculpas - segue breve relato da IV reunião.
Mais uma vez os adolescentes se entusiasmaram e foram em grupo, nas bravas camionetes Engesa EE-34. A bem da verdade, diga-se que estas são mais adequadas à condição física do grupo, já que não foi necessário a escada da vergonha.
O comboio tomou o rumo norte com alguns minutos de atraso, pois, pela primeira vez, os praças não se apresentaram no horário determinado; as desculpas, aceitas, principalmente por se tratar de coisas da idade:  um esqueceu a chave de casa, o outro esqueceu o dia... acontece, e o pior é que acontecerá com mais frequência no futuro. Ah, alguém tem de dar um jeito naquele alemãozinho...
Chefe do Pelotão Médico
Uma parada não programada - para compra de vinhos finos - e chegamos ao local da reunião. Apenas uma palavra pode descrever a casa do Osni: espetacular!
Os responsáveis pelo sucesso
Aqueles que fugiram optaram por transporte individual já se encontravam lá, degustando as delícias preparadas pelo chef Pierrê Gulê e entornando incontáveis cervejas, doses de whisky, e, imaginem, até refrigerante. Sim, há abstêmios nesta turma.
Tivemos três novas adições ao grupo: Eca Medeiros, Pepé e Zé Fiapo.
Iniciada a reunião, foram elencados os nomes dos professores e a cada nome um dos presentes se propunha ao contato, buscando email e telefone para que possamos, na hora adequada, formular convite para que compareçam ao nosso encontro.
Apesar de o Eca, o Gugu alguns insistirem em chamar Alú, Boca e toda a turma do outro lado, foi consensual evitarmos este tipo de contato, até por segurança (vá que alguém...).
Ata da reunião
De toda forma, foram relacionados conforme consta da ata, mas se algum de vocês - que não participaram (ainda) das reuniões souber como contata-los, favor entrar em contato.
Rapaziada em forma ainda para subir 
No mais, a boa música, a maravilhosa comida e a excelente companhia dominaram o resto da noite, com muitas histórias permeadas pelas risadas de um pessoal que a cada encontro, deixa-se levar por uma insistente ideia que é a cabeça, não o tempo, o que determina a nossa idade.
Assim, cada vez mais jovens, novamente embarcamos nos divertidos Engesas, e, ignorando vento, frio, horário e tudo o mais, retornamos com a convicção que nada vale mais a pena do que alimentar o moleque que existe em nós.
em tempo: clique sobre as fotos para amplia-las.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Convite: IV reunião de planejamento @ qua 20 de jun 19:30 - qui 21 de jun de 2012 02:00 (jmurilloscf.t1972@blogger.com)

IV reunião de planejamento

Inoxidáveis,

Nosso foco nesta reunião serão os professores. Iremos nomina-los e tentar contato com eles, para que compareçam no nosso encontro, como convidados.
Então a lição de casa é lembrar-se - e escrever - o maior número possível de professores com, caso tenham, telefones e emails para contato.
É necessário que confirmem a presença, para que o inoxidável Osni Régis possa programar-se. Pelo que a central de inteligência apurou, parece que contratou um chef francês para o evento.
Aguardaremos a manifestação do inoxidável Quinha para saber se há necessidade de contratarmos uma van ou se haverá nova OMC. De toda forma, há um mapa anexado (clicar em "mapa" abaixo do endereço).

CONFIRMEM ASSIM QUE PUDEREM, POR FAVOR.

Quando
qua 20 de jun 19:30 – qui 21 de jun de 2012 02:00 São Paulo
Onde
Rua Acaccio Melo 195, Jurerê, Florianópolis (mapa)
Agenda
jmurilloscf.t1972@blogger.com
Quem
•
Murillo Serra Costa- organizador
•
oliveira.ppcarlos@gmail.com
•
silvestrebn@gmail.com
•
marcos@linhalivre.net
•
acgalletti@tecnova-sc.com.br
•
macielco@gmail.com
•
caco.bf@terra.com.br
•
phdbatata@hotmail.com
•
cleonetti37@gmail.com
•
jf@digitro.com.br
•
osniregis55@hotmail.com
•
joseruis@gmail.com
•
jrk@redelnet.com.br
•
theodoro@intercorp.com.br
•
humbertojj@gmail.com
•
jbrogmar@hotmail.com
•
cardoso.pfc@gmail.com
•
dirceujendiroba@hotmail.com
•
ivam@brturbo.com.br
•
humberto@gava.com.br
•
rhfett@gmail.com
•
gentilr2@gmail.com
•
pedrogoulartneto@hotmail.com
•
jmurilloscf.t1972@blogger.com

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Convite do Google Agenda

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terça-feira, 5 de junho de 2012

Matemática

Inoxidáveis,

Creio que todos nós, privilegiados que fomos por aprender matemática com professores como Waldyr Bush, Anibal Nunes Pires e João Batista Rodrigues,  ficamos estarrecidos ao ler que apenas 11% dos alunos do estudo médio absorvem seu conteúdo neste ciclo. Este é o Brasil de hoje.
Porém, ao ler a entrevista de Marcelo Viana,  vice-presidente da Sociedade Brasileira de Matemática, ele   diagnostica o problema: falta formação aos professores. O engraçado é que dois dos  professores que tivemos eram... advogados! Além disto, não se pode afirmar, por exemplo, que didática era o forte do Prof. Bush;  "Moço, na minha aula só se mastiga matemática". Por outro lado, respeito não faltava. Já o Prof. Anibal, dos maiores liberais que conheci, usava da sua tolerância e bondade, além da infinita paciência, para   deixar registrado em nossas mentes conceitos abstratos que eram traduzidos para o dia a dia com suas deliciosas histórias. Mais próximo das nossas idades, e até por isto dos poucos chamados pelo apelido, igualmente inesquecíveis são os ensinamentos do Bolinha, tão fortemente incutidos que até hoje lembro palavra por palavra alguns fundamentos de Geometria, como, por exemplo, "se a reta é de perfil, esta implícito o rebatimento". E duvido, quem ler este artigo, não se lembrar. Outros tempos...
Mas fico preocupado com o que segue, que passo às suas considerações:


Entrevista: Marcelo Viana

Por uma matemática moderna – e mais concreta

Vice-presidente da Sociedade Brasileira de Matemática defende mudanças no ensino da disciplina, o que pode aproximar estudantes, números e inovação

Nathalia Goulart
Criança aprende matemática na sala de aula
Criança aprende matemática na sala de aula (Getty Images)
O Brasil acumula alguns tristes índices de educação, especialmente na área de matemática. Os números provam isso: apenas 11% dos alunos do ensino médio concluem esse ciclo sabendo o que deveriam, de acordo com dados do movimento Todos Pela Educação. A mais recente medição apontou que o problema começa nas séries iniciais. Segundo a Prova ABC, ao fim do terceiro ano do ensino fundamental, metade das crianças não domina operações  simples de soma e subtração. No Pisa, avaliação internacional aplicada pela OCDE, os alunos brasileiros estão 241 pontos atrás dos chineses, líderes do ranking, em matemática. Para Marcelo Viana, vice-presidente da Sociedade Brasileira da Matemática (SBM), o problema é provocado principalmente pela distância – no tempo e no espaço – entre a teoria abstrata que chega à sala de aula e o mundo concreto que se vê fora da escola. "No processo de transmissão desse conhecimento pela escola, os professores optam por apresentar a disciplina de maneira abstrata, ao invés de conectá-la à realidade", diz Viana. Atualizar a matemática das escolas e aproximá-la da realidade não implica simplificação, ressalva o matemático. Basta encontrar a maneira correta de fazê-lo. "É possível explicar tudo isso a qualquer estudante." Viana conversou com nossa reportagem sobre o desafio da matemática para a série de reportagens de VEJA sobre o impacto da educação e do ensino das ciências no desenvolvimento do país. Confira a seguir a entrevista.
Por que ensinar matemática é um desafio tão grande? A matemática é um conjunto de conhecimentos abstratos que encontram uma correspondência com o mundo concreto. Porém, no processo de transmissão desse conhecimento pela escola, os professores optam por apresentar a disciplina de maneira abstrata, ao invés de conectá-la à realidade. O modo correto de fazer com que o estudante aprecie esse conhecimento não é começar pela teoria, mas, sim, relacionando o ensinamento com o cotidiano. Só então, chega-se à abstração, que é natural da matemática.
Alguns especialistas dizem essa dificuldade de aproximar teoria e prática é devida ao fato de o ensino da matemática estar parado no tempo. O senhor concorda? Esse é um dos fatores. Leva-se muito tempo para incorporar as inovações da matemática nos currículos escolares. Isso é, na verdade, um problema antigo. No início do século XX, houve um esforço muito grande para que fossem incorporadas as inovações do século XIX. Agora, os especialistas estão empenhados em esforço similar, ou seja, de incorporar nos currículos do século XXI as transformações do século XX. As tecnologias, os novos programas, a internet – tudo isso transformou a matemática. O Google só foi possível com a matemática do século XX.
O senhor pode dar exemplos das transformações do século XX que precisam ser incorporadas? Sim. A matemática discreta, por exemplo, por meio da qual medimos objetos muito grandes mas finitos e que é muito utilizada na ciência da computação. Outro ponto é a teoria do caos, que tem inúmeras aplicações para resolver problemas de grande complexidade em uma velocidade grande. Existem também os algoritmos, que são regras criadas para resolver problemas complexos, como se quiséssemos organizar por ordem alfabética os nomes dos 200 milhões de brasileiros.
É possível ensinar esse tipo de conteúdo para alunos da educação básica? Com certeza. Algumas áreas são técnicas e exigem pré-requisitos elaborados. Mas existem muitos aspectos elementares desses conteúdos – digo elementares não por serem fáceis, mas por exigirem poucos pré-requisitos. É possível explicar tudo isso a qualquer estudante.
Para isso é preciso professores capacitados, correto? Sim. A dificuldade atualmente é a capacitação do professor, que é hoje um dos grandes gargalos da educação. A capacitação inicial e continuada desse profissional ainda é muito frágil.
Como fica nosso futuro científico se falharmos na missão de aproximar a matemática das crianças e dos jovens? O Brasil conseguiu nas últimas décadas a façanha de construir um sistema científico sem ter uma educação razoável. Nossa ciência atingiu um patamar louvável para um país sem estrutura científica. Mas não é possível seguir dessa maneira. Precisamos dar um salto quantitativo e qualitativo para nos aproximar dos países mais desenvolvidos do mundo. A única forma de conseguir isso é universalizando o acesso à ciência, permitindo que ela chegue a todos e que todos possam se apaixonar e se dedicar a ela.
Como fazer isso? É preciso inclusão. Temos boas escolas nos país. Nossos melhores alunos são comparáveis aos melhores alunos dos melhores países. Em competições internacionais, ganhamos diversas medalhas em matemática, física e robótica, por exemplo. O problema é que nosso nível médio é ruim. Nossos alunos medianos são ruins. É esse o grande problema da educação.
O país está disposto a fazer esse investimento em ciência? É o futuro do país que está em jogo. Se não investirmos nisso agora, não investiremos nunca mais. Está provado que é possível fazer essa revolução investindo em educação e democratização científica. A Noruega era um país em desenvolvimento até pouco tempo atrás. Graças ao investimento em educação, é uma grande nação. A Finlândia era um país em que os moradores migravam porque não havia oportunidade. Hoje, é referência em diversos campos. O Japão, idem. A China está se transformando e está investindo em ciência. Ela, um país continental como o nosso, mostra que é possível fazer isso em grande escala. Todos esses países se transformaram porque investiram.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

AVISO II

Se em algum lugar pode, aqui aqui também:

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terça-feira, 29 de maio de 2012

AVISO

BLOG INTERROMPIDO POR FALTA DE MATERIAL!

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Coisas do Ribeirão

Inoxidáveis,

Bem que o Pedrinho avisou que as bruxas poderiam entender a "tomada do Ribeirão" como se fosse uma invasão dos russos... pois não é que elas tomaram providências? A primeira foi desorientar os satélites, impossibilitando a mira precisa. Explico: costumo gravar meus caminhos, todos os dias sei onde estive, a que horas etc. Hoje, por exemplo, isto foi muito útil, pois me chegou uma multa de trânsito e pude provar que não fui eu - para a Fernanda, quero dizer, a verdadeira "infratora".
Mas, no caso do Ribeirão, estava tudo correndo conforme o planejado quando... o sinal simplesmente sumiu, desapareceu. Vocês podem ver pela figura abaixo que o comboio vinha na sua rota conforme planejado até a Costeira, onde, dizem, há uma olheira. Dali para a frente, nada mais foi registrado. Coisas do Ribeirão. Das bruxas do Ribeirão.
clique na figura para ampliar

terça-feira, 22 de maio de 2012

Para sexta-feira, véspera do encontro

Inoxidáveis,

A ideia (difícil acostumar a escrever sem o acento agudo) é que nosso encontro inicie já na sexta feira, e prolongue-se até o domingo. Para isto, há tratativas com o hotel para se conseguir um bom preço para duas diárias, e esperamos que um bom número de colegas, assim como fizeram em 2007, optem por ficar no hotel.

Assim como no encontro passado, o sábado será um muito prolongado almoço, para que todos possam "colocar os assuntos em dia", matar a saudade, enfim, confraternizar, divertir, festar.

Isto nos leva a pensar no que fazer na sexta feira. Por sugestão da Beth Amin, resolvemos fazer um torneio de canastra e um de dominó. Ambos admitem perus, cujos comentários serão incentivados. Mas, para que possamos avaliar isto, gostaríamos de um retorno de vocês, precisamos saber quem irá participar. Basta enviar um email (catarinense1972@gmail.com) ou mesmo comentar aqui no blog (neste post).

segunda-feira, 21 de maio de 2012

A pedido

Inoxidáveis,

Coloco as fotos dos encontros de 1997 e 2007, 25 e 35 anos. Amanhã corro atrás de 2002, que também foi no colégio. Se alguém tiver alguma foto desse encontro (ou de anteriores), seria interessante passar para colocarmos no blog.

clique na foto para ampliar

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sexta-feira, 18 de maio de 2012

Viver, verbo intransitivo II

Leio um texto muito legal que o Cesar Valente colocou no De Olho na Capital sobre nossa última reunião justo após limpar minha Parker 51 (com a pena estragada). Lembrei de outro texto, desconheço o autor, discorrendo sobre um velhinho na UTI, que, volta e meia, prende a respiração: a pressão sobe, os batimentos cardíacos alteram, os alarmes disparam, todos correm para ele. Ele solta a respiração e tudo normaliza, resta  apenas a dúvida entre os que o tratam. E ele sorri, discretamente: "Ah, moleque"!

A lembrança volta à nossa reunião e não tenho a menor dúvida: nada mais importante que não deixar morrer o moleque que vive em nós.

Dizem que a única diferença entre brinquedos de adultos e crianças é o preço. Pois bem, isto pode ser comprovado nesta nossa última aventura. Desde que o Quinha Faraco aventou a possibilidade do caminhão como transporte, a turma ficou extremamente animada. E, no caminho, os sorrisos não deixavam qualquer dúvida: sob aqueles cabelos brancos, testas alongadas, existiam cinquentões adolescentes. O Quinha resumiu isto em uma frase: "Quem conviveu aquêles anos e vê nossas aventuras de agora, com certeza fica com vontade de re-encontrar o grupo pois, tal programação de lazer e diversão não existe em pacote nenhum que se possa comprar".

E é por isto que realizamos estes encontros. Para alimentar o moleque. E disse isto para vocês em um email de 2007, bastante oportuno nesse momento:
"Sempre acreditei que jamais devemos deixar morrer o moleque que existe em nós... e para isto é extremamente importante relembrar os valores de nossa juventude... afinal, crescemos andando de bicicleta sem proteção alguma, conhecemos a máquina de datilografia,  o mimeógrafo a alcool  e decoramos a tabuada e o verbo to be.... deixamos o cabelo crescer, e nossa música era tão estranha aos nossos pais quanto o rap e o funk nos são hoje.... enfim, vivenciamos uma revolução jamais vista na história do homem. Nos adaptamos à "informática", e hoje não mais escrevemos cartas... mas conservamos valores, princípios, e é isto que nos une. Então, mesmo sem o consentimento de vcs, estamos publicando um blog, com algumas coisas da nossa história, ressaltando não o muito que vivemos, realizamos, mas aquilo que podemos deixar de exemplo para nossos filhos, nossos netos... um pouco do que realmente somos: amigos!"

Um excelente final de semana para todos.

Breve atualização - Lembrei de uma música perfeita para este tópico:


Vada a bordo!








quinta-feira, 17 de maio de 2012