quarta-feira, 25 de abril de 2012
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Outras fotos da segunda reunião
Inoxidáveis,
Seguem algumas outras fotos da segunda reunião de planejamento. A próxima reunião acontecerá no dia 16 de maio, nos domínios do Pedro Goulart no Ribeirão. É NECESSÁRIO INFORMAR DA SUA PARTICIPAÇÃO PARA QUE POSSAMOS PROVIDENCIAR O TRANSPORTE (VAN). Informe por email ou comentário aqui no blog.
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Seguem algumas outras fotos da segunda reunião de planejamento. A próxima reunião acontecerá no dia 16 de maio, nos domínios do Pedro Goulart no Ribeirão. É NECESSÁRIO INFORMAR DA SUA PARTICIPAÇÃO PARA QUE POSSAMOS PROVIDENCIAR O TRANSPORTE (VAN). Informe por email ou comentário aqui no blog.
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sábado, 21 de abril de 2012
Fazer o bem faz bem
Inoxidáveis,
Há alguns anos nosso amigo Caco Bastos participa ativamente ao lado do Pe. Vilson Groth, da Casa da Criança e do Adolescente do Morro do Mocotó.
A ACAM atende 200 crianças e adolescentes na faixa etária de 05 a 15 anos, no horário em que não estão na escola.
Oferece, além do reforço pedagógico, noções de higiene, aulas/oficinas de informática, eduação física, música e capoeira, e orientação/assistência social as suas respectivas famílias.
Há alguns anos nosso amigo Caco Bastos participa ativamente ao lado do Pe. Vilson Groth, da Casa da Criança e do Adolescente do Morro do Mocotó.
A ACAM atende 200 crianças e adolescentes na faixa etária de 05 a 15 anos, no horário em que não estão na escola.
Oferece, além do reforço pedagógico, noções de higiene, aulas/oficinas de informática, eduação física, música e capoeira, e orientação/assistência social as suas respectivas famílias.
A todos é oferecida ainda 2 refeições/dia - lanche e almoço para os do período matutino e lanche e janta para os do vespertino, totalizando 400 refeições por dia.
Há uma equipe de mais de 18 pessoas dentre coordenadores, professores, assistentes, merendeiras e voluntários.
A ACAM é mantida através de pequenos convênios para alimentação e manutenção, porém toda folha de pagamento é custeada com recursos próprios, obtidos através de doações, bazares e eventos.
Esta a razão da 5ª Massa Solidária, que acontecerá no dia 29 de abril (domingo), no Centro de Eventos da ACM, conforme detalhes na figura anexa (clique para ampliar).
O preço do convite/camiseta é R$ 60,00 com direito ao almoço e bebidas incluídas, e estão disponíveis com o Caco, com voluntários e apoiadores do evento, e nos seguintes locais :
Café Sorrentino, na Rua Pe. Miguelinho, em frente a Câmara de Vereadores, Alvim Spinoza, no mercado Público, Café Trajano, na Rua Trajano, ACF Bocaíuva (Correios), na Rua Bocaíuva 2045, ou peçam pelo blog, por email que entregamos.
Contamos uma vez com a solidariedade de todos, prestigiando o evento, e, quem sabe, colaborando na venda de convites.
Esta a razão da 5ª Massa Solidária, que acontecerá no dia 29 de abril (domingo), no Centro de Eventos da ACM, conforme detalhes na figura anexa (clique para ampliar).
O preço do convite/camiseta é R$ 60,00 com direito ao almoço e bebidas incluídas, e estão disponíveis com o Caco, com voluntários e apoiadores do evento, e nos seguintes locais :
Café Sorrentino, na Rua Pe. Miguelinho, em frente a Câmara de Vereadores, Alvim Spinoza, no mercado Público, Café Trajano, na Rua Trajano, ACF Bocaíuva (Correios), na Rua Bocaíuva 2045, ou peçam pelo blog, por email que entregamos.
"MASSA SOLIDÁRIA, DÁ GOSTO FAZER O BEM"
Contamos uma vez com a solidariedade de todos, prestigiando o evento, e, quem sabe, colaborando na venda de convites.
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Uma foto que diz tudo do personagem
Ricardo Sebastião Gomes dos Santos. Um grande nome, para uma grande figura. Eu, que também tenho um nome grande, e sempre fui um crítico de quem desenhava formulários, pois geralmente utilizavam 30 espaços para o nome e uma linha inteira para o nome da cidade, tinha uma inveja danada de uma figura que conheci e chamava Ib Sá, assim, nome e sobrenome em 5 espaços. Se a assinatura era ainda menor, imaginem a rubrica, podia ser apenas um ponto. Fosse ele, utilizaria o ponto. E não tenho a menor dúvida que o Ricardo Sebastião também optaria por isto. Bom, esta certo que não vale, pois tem a foto ao lado para entregar, mas quem sabia o nome do Batata? Poucos, eu apostaria. Eu, quase por ofício, pois sou o escrevinhador do blog e mantenedor do cadastro. Mas uma coisa todos sabemos: ele tem o mesmo espírito juvenil dos anos 70. Esqueça o Ricardo Sebastião, aquele sujeito de terno que zela pelas determinações da ANVISA no nosso aeroporto. Esse não vale. Mas o Batata pós-expediente é invejável. Excelente disposição, bem humorado, parceiro para todas, guarda todas as características que o fizeram um cara extremamente popular no tempo do colégio. Só que hoje, com um trunfo a mais, pena que não sei como contar aqui, mas todos que foram ao encontro de 35 anos testemunharam.
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Espaço musical
Inoxidáveis,
Vamos lembra algumas canções que marcaram aquela época. Vou começar por relembrar uma ligada à escola, de um filme um pouco anterior a 72, mas justifico desde já para dizer que a interpretação aqui não é a original -que era com Lulu - mas, na minha opinião, é muito melhor que a original. Como nós, que melhoramos com o tempo... assistam, vale a pena.
Vamos lembra algumas canções que marcaram aquela época. Vou começar por relembrar uma ligada à escola, de um filme um pouco anterior a 72, mas justifico desde já para dizer que a interpretação aqui não é a original -que era com Lulu - mas, na minha opinião, é muito melhor que a original. Como nós, que melhoramos com o tempo... assistam, vale a pena.Fez sucesso
Inoxidáveis,
Fez sucesso a foto de ontem. Para quem não identificou, que não creio, o Jesse Otto Freitas acompanhava a Anita Bittencourt sob o olhar atento do Caco Kotzias.
O interessante é o aumento no número de page views do blog (59), superando o recorde do mês anterior, que era 51.
Então parece que essas coisas de casais - muito embora aquela tenha sido uma foto de momento apenas - atiçam a curiosidade da turma... lembro de alguns... O problema é que dois únicos casal resultaram em belos casamentos: Dirceu e Rosana e Evangelista e Djanir Cristina.
Dessa forma, fica ruim colocar algumas fotos que podem gerar lembranças, vamos dizer, constrangedoras... então me ajudem, enviem suas fotos, colaborem.
Fez sucesso a foto de ontem. Para quem não identificou, que não creio, o Jesse Otto Freitas acompanhava a Anita Bittencourt sob o olhar atento do Caco Kotzias.
O interessante é o aumento no número de page views do blog (59), superando o recorde do mês anterior, que era 51.
Então parece que essas coisas de casais - muito embora aquela tenha sido uma foto de momento apenas - atiçam a curiosidade da turma... lembro de alguns... O problema é que dois únicos casal resultaram em belos casamentos: Dirceu e Rosana e Evangelista e Djanir Cristina.
Dessa forma, fica ruim colocar algumas fotos que podem gerar lembranças, vamos dizer, constrangedoras... então me ajudem, enviem suas fotos, colaborem.
terça-feira, 17 de abril de 2012
O "menino" da foto
Inoxidáveis, internet tem dessas coisas, e, se faz o mundo ficar pequeno, imagine a cidade, fica do tamanho "daqueles tempos". Daí que olhando o Facebook, reconheci alguém em uma foto postada por uma amiga. O interessante foi a leitura dos comentários. Percebe-se que fez sucesso com as meninas, mas como anda sumido, especulava-se como estaria hoje, se ainda cabeludo, em forma, ou se se transformou em um Maverick, o carro: antigamente estava na moda, era possante, fazia sucesso... hoje só bebe. Acho que não é o caso do nosso colega, pois estava muito bem da última vez que nos encontramos.
Sabem quem é? Aguardo respostas.
A foto peguei no Facebook da sempre linda Anita Bittencourt.
Sabem quem é? Aguardo respostas.
A foto peguei no Facebook da sempre linda Anita Bittencourt.
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Uma proposta
Sexta feira, com o Pedrinho Goulart no Empórium, discutimos um assunto que pode render muito pano para manga. Completaremos 40 anos de Colégio Catarinense! Puxa, é um bocado de tempo. Para nós, homens, não há problema algum, é isso mesmo, esta na nossa cara.
Porém, para as meninas, o assunto é mais complicado. Na verdade, mais complicado e injusto, ao menos para as nossas meninas. Na verdade, pelas fotos que podem ver do encontro de 2007, dizer que foram tiradas 35 anos depois, é uma injustiça. E algumas já protestaram contra isto.
Pedrinho, um sábio, saiu com uma proposta interessante: "Não comemoraremos mais 40 anos de formados, mas sim duas de vinte"! Perfeito! Concordei e a proposta será apreciada na próxima reunião da comissão de planejamento, que acontecerá no dia 16 de maio, na casa dele, Pedrinho. Tenho absoluta certeza de que aprovarão a idéia, pois absolutamente justa.
Mas resta um assunto, de cunho científico: constatamos, visivelmente, que o tempo faz mais mal à saúde do homem do que da mulher. Há que comprovarmos isto, cientificamente, então necessitamos de voluntários para comprovar a inequação H + 40 > M + (2*20). Ah, sim, com o CQD ao final.
Vale destacar aqui também a capacidade de organização do nosso querido 01, Caco Bastos, que tinha na sua pasta do nosso grupo, os recortes com os bem humorados e gostoso comentários que a Juliana Wosgraus publicou em 2007, na sua coluna. (De repente tenho até medo do que pode surgir daquela pasta....).
Bom, ainda sobre isto, a verdade, estamos usando a observação da mesa de amigos, ou seja, acontece na nossa mesa e generalizamos. Mas na nossa turma é uma realidade, é realmente raro se observar um grupo de mulheres, que temos de destacar, bem sucedidas pessoal e profissionalmente, que soube muito bem estudar, criar filhos, trabalhar e ainda conservar a juventude.
Meninas, isto não é uma homenagem, é um reconhecimento.
Porém, para as meninas, o assunto é mais complicado. Na verdade, mais complicado e injusto, ao menos para as nossas meninas. Na verdade, pelas fotos que podem ver do encontro de 2007, dizer que foram tiradas 35 anos depois, é uma injustiça. E algumas já protestaram contra isto.
Pedrinho, um sábio, saiu com uma proposta interessante: "Não comemoraremos mais 40 anos de formados, mas sim duas de vinte"! Perfeito! Concordei e a proposta será apreciada na próxima reunião da comissão de planejamento, que acontecerá no dia 16 de maio, na casa dele, Pedrinho. Tenho absoluta certeza de que aprovarão a idéia, pois absolutamente justa.
Mas resta um assunto, de cunho científico: constatamos, visivelmente, que o tempo faz mais mal à saúde do homem do que da mulher. Há que comprovarmos isto, cientificamente, então necessitamos de voluntários para comprovar a inequação H + 40 > M + (2*20). Ah, sim, com o CQD ao final.
Vale destacar aqui também a capacidade de organização do nosso querido 01, Caco Bastos, que tinha na sua pasta do nosso grupo, os recortes com os bem humorados e gostoso comentários que a Juliana Wosgraus publicou em 2007, na sua coluna. (De repente tenho até medo do que pode surgir daquela pasta....).
Bom, ainda sobre isto, a verdade, estamos usando a observação da mesa de amigos, ou seja, acontece na nossa mesa e generalizamos. Mas na nossa turma é uma realidade, é realmente raro se observar um grupo de mulheres, que temos de destacar, bem sucedidas pessoal e profissionalmente, que soube muito bem estudar, criar filhos, trabalhar e ainda conservar a juventude.
Meninas, isto não é uma homenagem, é um reconhecimento.
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Viver, verbo intransitivo!
Inoxidáveis,
Quinta feira é dia dos amigos, de ir no "feirão de usados" para uma prolongada happy hour, de contar e ouvir histórias - por vezes repetidas, mas sempre engraçadas - enfim, é um dia de alto astral.
Mas, ao voltar para casa, ler as notícias nos sites, verificar que a votação do STF não passou de dois votos contrários ao aborto de anencéfalos, que o Ministério da Cultura resolveu dar 14 milhões de reais para cultuar Lula, acaba com o humor.
Ler o voto dos ministros do STF sobre a questão do aborto é uma coisa assustadora. Rosa Weber, aquela que só não rodou na sabatina do Congresso porque lá ninguém roda, teve a capacidade de dizer que a sociedade pode definir as capacidades físicas e psíquicas minimas que permitam ao indivíduo ser considerado humano! Assustador! Aterrorizante! E isto sem considerar que não compete ao STF mudar o Código Penal.
Mas nessa semana se verifica também que o movimento pela laicidade do Estado - que acho absolutamente necessária - é na realidade um movimento laicicista! É verdade, o que se observa é verdadeira hostilidade, no caso, à religião católica.
Tempos negros. Em breve, outubro, teremos as eleições municipais, sabe-se lá quantos tiriricas iremos eleger. Tenho a absoluta convicção de que se tivéssemos um - apenas um - vereador que realmente fosse comprometido com a luta por uma cidade melhor, bastaria para barrar a maior parte dos absurdos que aqui acontecem. E isto depende apenas de nós... vamos pensar nisto na hora de depositar nosso voto?
Quinta feira é dia dos amigos, de ir no "feirão de usados" para uma prolongada happy hour, de contar e ouvir histórias - por vezes repetidas, mas sempre engraçadas - enfim, é um dia de alto astral.
Mas, ao voltar para casa, ler as notícias nos sites, verificar que a votação do STF não passou de dois votos contrários ao aborto de anencéfalos, que o Ministério da Cultura resolveu dar 14 milhões de reais para cultuar Lula, acaba com o humor.
Ler o voto dos ministros do STF sobre a questão do aborto é uma coisa assustadora. Rosa Weber, aquela que só não rodou na sabatina do Congresso porque lá ninguém roda, teve a capacidade de dizer que a sociedade pode definir as capacidades físicas e psíquicas minimas que permitam ao indivíduo ser considerado humano! Assustador! Aterrorizante! E isto sem considerar que não compete ao STF mudar o Código Penal.
Mas nessa semana se verifica também que o movimento pela laicidade do Estado - que acho absolutamente necessária - é na realidade um movimento laicicista! É verdade, o que se observa é verdadeira hostilidade, no caso, à religião católica.
Tempos negros. Em breve, outubro, teremos as eleições municipais, sabe-se lá quantos tiriricas iremos eleger. Tenho a absoluta convicção de que se tivéssemos um - apenas um - vereador que realmente fosse comprometido com a luta por uma cidade melhor, bastaria para barrar a maior parte dos absurdos que aqui acontecem. E isto depende apenas de nós... vamos pensar nisto na hora de depositar nosso voto?
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Segunda reunião de planejamento - ata e lista de presença
Inoxidáveis,
Ontem tivemos a segunda reunião de planejamento do nosso encontro de 2012. Das relevantes decisões tomadas, destaco o local onde realizaremos o encontro: Praia Brava Hotel, o mesmo onde realizamos nosso encontro de 2007. Então nosso encontro acontecerá no dia 18 de agosto de 2012, no Praia Brava Hotel.
A reunião de ontem, 11 de abril, teve por anfitrião o José Fernando Xavier Faraco, o Quinha, que a realizou no Cassino dos Oficiais do Pelotão Lynx. Vale a pena falarmos um pouco sobre o Pelotão, suas instalações e o que é feito ali.
O Pelotão Lynx é um destacamento paramilitar que mantém e recupera veículos militares antigos. Quando o Exército Brasileiro leiloa seus veículos, muitos são arrematados pelo Pelotão, que os reforma e moderniza, porém mantem as características originais mais importantes.
A reforma é um verdadeiro trabalho de engenharia. Inicialmente os veículos são desmontados, sua lataria é avaliada para recuperação, e sua motorização é modernizada. Também são desenvolvidas alterações que permitem, por exemplo, ter a tração integral - originalmente permanente - utilizada apenas quando necessário. O próprio Exército Brasileiro já visitou o Pelotão e se interessou por algumas alterações lá desenvolvidas.
Além da recuperação desses veículos, cabe destacar que lá se cultiva, com muito orgulho e carinho, o respeito por uma das instituições mais antigas e dígnas da Pátria, seu Exército. Cada integrante do Pelotão tem por primeira regra, não escrita, a noção de que representa a instituição com seu veículo e se obriga ao respeito integral das leis.



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| Ata da reunião |
Ontem tivemos a segunda reunião de planejamento do nosso encontro de 2012. Das relevantes decisões tomadas, destaco o local onde realizaremos o encontro: Praia Brava Hotel, o mesmo onde realizamos nosso encontro de 2007. Então nosso encontro acontecerá no dia 18 de agosto de 2012, no Praia Brava Hotel.
A reunião de ontem, 11 de abril, teve por anfitrião o José Fernando Xavier Faraco, o Quinha, que a realizou no Cassino dos Oficiais do Pelotão Lynx. Vale a pena falarmos um pouco sobre o Pelotão, suas instalações e o que é feito ali.
O Pelotão Lynx é um destacamento paramilitar que mantém e recupera veículos militares antigos. Quando o Exército Brasileiro leiloa seus veículos, muitos são arrematados pelo Pelotão, que os reforma e moderniza, porém mantem as características originais mais importantes.
A reforma é um verdadeiro trabalho de engenharia. Inicialmente os veículos são desmontados, sua lataria é avaliada para recuperação, e sua motorização é modernizada. Também são desenvolvidas alterações que permitem, por exemplo, ter a tração integral - originalmente permanente - utilizada apenas quando necessário. O próprio Exército Brasileiro já visitou o Pelotão e se interessou por algumas alterações lá desenvolvidas.
Além da recuperação desses veículos, cabe destacar que lá se cultiva, com muito orgulho e carinho, o respeito por uma das instituições mais antigas e dígnas da Pátria, seu Exército. Cada integrante do Pelotão tem por primeira regra, não escrita, a noção de que representa a instituição com seu veículo e se obriga ao respeito integral das leis.



quarta-feira, 4 de abril de 2012
Você conhece Míriam Portela?
Poeta, ficcionista e jornalista, Miriam Portela nasceu em Florianópolis e mora em São Paulo desde 1973. formada na Escola de Comunicação de São Paulo - ECA - USP, ocupou diversas funções como jornalista na TV Cultura, TV Bandeirantes e Jornal da Tarde - redatora, chefe de reportagem, apresentadora, editora e produtora de vídeos institucionais e documentários para televisão, Miriam atualmente tem se dedicado à literatura com especial sucesso. Autora de mais de vinte livros, Miriam Portela por vezes faz escolhas difíceis nos temas que aborda: discorrer sobre doenças ou morte, não é fácil para quem escreve para crianças; também escreveu sobre bullying, livro que foi tema de sua entrevista no programa Altas Horas. Complicado, não? Bom, mas a Míriam Portela também é a Míriam Leite da Costa, que concluiu o curso de secretariado em 1972, e esta vocês conhecem. E não apenas isto, mas também uma das vencedoras do 1º FESTICOCA, Festival da Canção do Colégio Catarinense, que realizamos também em 1972 - aliás, se alguém tiver matéria, foto, qualquer coisa sobre o Festival, envie. Bom, mas quem venceu a parte feminina do FESTICOCA foram as meninas do Colégio Coração de Jesus, e a Míriam foi uma delas, pois ao mesmo tempo que fazia o curso de secretariado no Catarinense, cumpria o científico no Coração de Jesus.Míriam Leite da Costa, que não garantiu presença no encontro em agosto, mas creio que com a participação de vocês, pode mudar de idéia.
terça-feira, 3 de abril de 2012
Justificativa
Inoxidáveis,
Minha proposta para este blog era a de postar um artigo por dia. Há quatro, cinco dias que não publico nada. Posso elencar uma série de desculpas para isto, como a dificuldade de conseguir material - que poucos enviam, a baixa "audiência" do blog (tivemos uns dois dias de apenas uma visita), ou até mesmo que fiquei doente - mentira, não se animem que continuo imortal. Bom, nem mesmo precisaria dizer por que, pois isto é pura diversão e ninguém cobrou a ausência. Mas, já que nada leva a nada, vou dizer do motivo; aliás, irei mostrar os motivos. São esses ai ao lado, meus netos. Os meninos são filhos do Guilherme, meu segundo filho, que é Tenente do Corpo de Bombeiros Militar, comandante da 1ª Cia do 2º Batalhão, que é sediado em Curitibanos. Eles chegaram na quinta feira, e retivemos o maior até domingo, quando fomos para Curitibanos, entrega-lo e comemorar o aniversário do Guiga. A menina é filha da minha filha, e também é a melhor amiga do Matheus, meu neto mais velho. Matheus, Alice e Lucas, 5, 4 e 1 ano. Tenho a felicidade de te-los, e de ser bem presente na vida deles.
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| Matheus e Alice |
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| Lucas e Fernanda |
quarta-feira, 28 de março de 2012
Saudades do Colégio
Inoxidáveis,
Recebo email de um grande - literal e figurativamente - amigo, Tanaro Bez, também ex-aluno do Catarinense, com belas recordações do seu tempo de colégio. A turma de 67 é um ponto fora da curva, em número de formandos; talvez algum dia o Tanaro compartilhe essa história conosco. Mas é melhor deixa-los com as palavras dele, pois além de competente médico, escreve muito bem.
"...como já passei por todas essas salas antes de vocês, menos antigos ex-alunos, e lembro-me perfeitamente que quem era o titular daquela citada sala , na minha época colegial, ninguém menos que o célebre Pe. João Alfredo Rohr S.J., o arqueólogo dos sambaquis, e tambem professor de Química (essa era a sala dele) ... que mais adiante foi-se distanciando da docência colegial para dedicar-se exclusivamente à arqueologia. Pois bem, para seu substituto os padres contrataram para lecionar nessa sala um que foi meu professor e posteriormente colega de profissão, nosso saudoso "Bauru", ....vindo a ser substituído por um outro jesuíta da mais alta competência e modéstia ímpar, que foi o Pe. Eulógio, tambem jesuíta, e grande mestre de Química. Muitas experiências de reações químicas tive a satisfação de realizar nessa sala, e a imagem faz-me retornar ao passado até mesmo com muita SAUDADE e ao mesmo tempo traz-me uma certa nostalgia. Mas não deixa de ser um sentimento da melhor qualidade, pois a SAUDADE não deixa de ser "um passado com vontade de futuro", mas como essa "vontade" é materialmente inviável, daí resulta a tal nostalgia referida. Essa sala questionada no teu blog ficava situada no andar térreo , junto a um pátio onde havia um bebedouro, e rodeado (o pátio) por outras salinhas de aula que eram conhecidas pelos alunos como "galinheiro", e tinha ao fundo a "horta" do Colégio.
Estive nesse honrado e bravo Colégio de 1960 (Diretor Pe. Braun) a 1967 (Diretor Pe. Eugênio Rohr - vulgo "Cacareco"), e talvez a planta física tenha sido alterada quando da tua passagem por ali, mas orgulho-me eu, bem como minha esposa e nossos filhos, de termos estado em seus corredores, suas salas de aula, e suas "Olimpíadas" durante uma boa parte de nossas vidas, e que nos trazem SAUDADE.
"SAUDADE É O PASSADO COM VONTADE DE FUTURO" (Dr. Amílcar Gigante). E TODOS NÓS VIVEREMOS PARA SEMPRE COM ESSA VONTADE DE REVIVER O Colégio Catarinense.
....
Lembro-me que no meu curso ginasial, o qual conquistei com um "exame de admissão" muito sério, justo, disputado e selecionador no verdadeiro sentido da palavra, onde os que eram reprovados iam juntar-se aos que não possuiam idade suficiente para ingresso no "ginásio",...
.... tive a honra e privilégio de conviver com pessoas do mais alto nível de dignidade em ambos os lados : dos ensinadores e também dos ensinados. Éramos preparados para a vida, para a vida decente e honesta, com ética, respeito ao próximo, e com valentia e bravura para enfrentar futuros desafios que se impusessem pelo caminho. Notava-se claramente o diferencial que existia nos alunos daquela casa, ....
As brincadeiras de mau-gosto, as infrações ao regulamento do colégio, os atrasos após o último sinal enviado por um sino de bronze aposto num dos beirados do "galpão", não comportar-se com decência e ordenadamente na fila, a não apresentação de "temas" passados para casa, eram julgados pelo "padre prefeito" como infrações graves, passíveis de punição do "infrator" ( alunos de ginásio = crianças de 10 a 14 anos em média), e que acabavam em "prisão", que era sem perdão registrada na caderneta escolar com um carimbo grande : "RETIDO", e necessitava de endosso por parte dos pais, cientificando-os que o aluno estaria "preso" na primeira tarde de sábado próxima, onde era obrigado a "copiar" manualmente e por extenso, o Regulamento do Colégio, das 13:00 até as 18:00 hs. Isso funcionava como castigo para levar o infrator de volta à disciplina e corrigir os seus deslises apurados em tempo de recuperar-se. Isso significava que tínhamos confiscado o tão esperado fim de semana, por termos cometido algum "ilícito" estudantil.
Lá aprendíamos ensinamentos que estavam fora do curricullum escolar, e que eram para sempre, não só até passar-se num exame vestibular de qualquer faculdade.
Creio que hoje não se adote muitas das "técnicas" de ensinamento daquele tempo, e talvez esse fosse o caminho a ser retomado pelos estudiosos e autoridades pagas com o dinheiro público, buscando colocar esse "trem" novamente nos trilhos, de onde saiu há tanto tempo, e segue desencarrilhado até não se sabe onde, e transportando muita "alegria".
....
"Educação é aquilo que permanece quando alguém esquece tudo que aprendeu no colégio" (A. Einstein). Se do Colégio Catarinense esquecêssemos tudo que era ensinado dentro do currículo escolar, certamente restaria uma imensa parte, nada despresível para seus ex-alunos de outros tempos que não voltam mais."
Denecessário comentar as palavras do Tanaro, porém como sou bocudo, gostaria de registrar uma oração que há muitos anos li, que confirma as colocações do meu amigo:
"Assim como toda educação emana um futuro, todo o futuro emana da educação".
Recebo email de um grande - literal e figurativamente - amigo, Tanaro Bez, também ex-aluno do Catarinense, com belas recordações do seu tempo de colégio. A turma de 67 é um ponto fora da curva, em número de formandos; talvez algum dia o Tanaro compartilhe essa história conosco. Mas é melhor deixa-los com as palavras dele, pois além de competente médico, escreve muito bem.
"...como já passei por todas essas salas antes de vocês, menos antigos ex-alunos, e lembro-me perfeitamente que quem era o titular daquela citada sala , na minha época colegial, ninguém menos que o célebre Pe. João Alfredo Rohr S.J., o arqueólogo dos sambaquis, e tambem professor de Química (essa era a sala dele) ... que mais adiante foi-se distanciando da docência colegial para dedicar-se exclusivamente à arqueologia. Pois bem, para seu substituto os padres contrataram para lecionar nessa sala um que foi meu professor e posteriormente colega de profissão, nosso saudoso "Bauru", ....vindo a ser substituído por um outro jesuíta da mais alta competência e modéstia ímpar, que foi o Pe. Eulógio, tambem jesuíta, e grande mestre de Química. Muitas experiências de reações químicas tive a satisfação de realizar nessa sala, e a imagem faz-me retornar ao passado até mesmo com muita SAUDADE e ao mesmo tempo traz-me uma certa nostalgia. Mas não deixa de ser um sentimento da melhor qualidade, pois a SAUDADE não deixa de ser "um passado com vontade de futuro", mas como essa "vontade" é materialmente inviável, daí resulta a tal nostalgia referida. Essa sala questionada no teu blog ficava situada no andar térreo , junto a um pátio onde havia um bebedouro, e rodeado (o pátio) por outras salinhas de aula que eram conhecidas pelos alunos como "galinheiro", e tinha ao fundo a "horta" do Colégio.
Estive nesse honrado e bravo Colégio de 1960 (Diretor Pe. Braun) a 1967 (Diretor Pe. Eugênio Rohr - vulgo "Cacareco"), e talvez a planta física tenha sido alterada quando da tua passagem por ali, mas orgulho-me eu, bem como minha esposa e nossos filhos, de termos estado em seus corredores, suas salas de aula, e suas "Olimpíadas" durante uma boa parte de nossas vidas, e que nos trazem SAUDADE.
"SAUDADE É O PASSADO COM VONTADE DE FUTURO" (Dr. Amílcar Gigante). E TODOS NÓS VIVEREMOS PARA SEMPRE COM ESSA VONTADE DE REVIVER O Colégio Catarinense.
....
Lembro-me que no meu curso ginasial, o qual conquistei com um "exame de admissão" muito sério, justo, disputado e selecionador no verdadeiro sentido da palavra, onde os que eram reprovados iam juntar-se aos que não possuiam idade suficiente para ingresso no "ginásio",...
.... tive a honra e privilégio de conviver com pessoas do mais alto nível de dignidade em ambos os lados : dos ensinadores e também dos ensinados. Éramos preparados para a vida, para a vida decente e honesta, com ética, respeito ao próximo, e com valentia e bravura para enfrentar futuros desafios que se impusessem pelo caminho. Notava-se claramente o diferencial que existia nos alunos daquela casa, ....
As brincadeiras de mau-gosto, as infrações ao regulamento do colégio, os atrasos após o último sinal enviado por um sino de bronze aposto num dos beirados do "galpão", não comportar-se com decência e ordenadamente na fila, a não apresentação de "temas" passados para casa, eram julgados pelo "padre prefeito" como infrações graves, passíveis de punição do "infrator" ( alunos de ginásio = crianças de 10 a 14 anos em média), e que acabavam em "prisão", que era sem perdão registrada na caderneta escolar com um carimbo grande : "RETIDO", e necessitava de endosso por parte dos pais, cientificando-os que o aluno estaria "preso" na primeira tarde de sábado próxima, onde era obrigado a "copiar" manualmente e por extenso, o Regulamento do Colégio, das 13:00 até as 18:00 hs. Isso funcionava como castigo para levar o infrator de volta à disciplina e corrigir os seus deslises apurados em tempo de recuperar-se. Isso significava que tínhamos confiscado o tão esperado fim de semana, por termos cometido algum "ilícito" estudantil.
Lá aprendíamos ensinamentos que estavam fora do curricullum escolar, e que eram para sempre, não só até passar-se num exame vestibular de qualquer faculdade.
Creio que hoje não se adote muitas das "técnicas" de ensinamento daquele tempo, e talvez esse fosse o caminho a ser retomado pelos estudiosos e autoridades pagas com o dinheiro público, buscando colocar esse "trem" novamente nos trilhos, de onde saiu há tanto tempo, e segue desencarrilhado até não se sabe onde, e transportando muita "alegria".
....
"Educação é aquilo que permanece quando alguém esquece tudo que aprendeu no colégio" (A. Einstein). Se do Colégio Catarinense esquecêssemos tudo que era ensinado dentro do currículo escolar, certamente restaria uma imensa parte, nada despresível para seus ex-alunos de outros tempos que não voltam mais."
Denecessário comentar as palavras do Tanaro, porém como sou bocudo, gostaria de registrar uma oração que há muitos anos li, que confirma as colocações do meu amigo:
"Assim como toda educação emana um futuro, todo o futuro emana da educação".
Morre Millor Fernandes
Inoxidáveis,
Millor encerrou seus trabalhos; triste é que não se vê ninguém à altura para substitui-lo...
− A felicidade conjugal é muito rara. Mas também, quando existe, é extraconjugal!
Millor encerrou seus trabalhos; triste é que não se vê ninguém à altura para substitui-lo...
− A felicidade conjugal é muito rara. Mas também, quando existe, é extraconjugal!
− Antes de entregar a sua declaração de Imposto de Renda verifique se você omitiu tudo.
− Precisamos de reformas drásticas que deixem tudo exatamente como está.
− Que coisa difícil é a gente se livrar de uma mulher fácil!
− Como sexo as mulheres são insuportáveis. Mas na hora do sexo não tem nada melhor.
− Dos males o menor. Ou o que der mais dinheiro.
− O consumidor nem sempre é um idiota – às vezes o consumidor é a sua mulher e o idiota é você.
− A morte é dramática, o enterro é cômico, e os parentes, ridículos.
− Clássico é um escritor que não se contentou em chatear apenas os contemporâneos.
− Só há duas espécies de patifes: os que admitem e nós.
− Todo dia leio cuidadosamente os avisos fúnebres dos jornais; às vezes a gente tem surpresas agradabilíssimas.
− A discussão pode não trazer a luz, mas liquida com muita idéia imbecil.
Millor Fernandes
terça-feira, 27 de março de 2012
A "Casa da Juventude"
Inoxidáveis,
Na pesquisa por matéria para este blog, descubro um outro, mantido também por um ex-aluno, hoje professor, Edson Osni Ramos, também conhecido como "Cebola".
Esse outro blog, feito com muito capricho, tem seu foco em um local que muitos de nós frequentou, principalmente no ginásio: a Casa da Juventude, que fica em Pinheiral.
Abrange uma época um pouco posterior a nossa, mas tem fotografias que permitem lembrar como era no nosso tempo, assim como mostra como são as instalações de hoje.
O endereço é http://www.pinheiral.blogspot.com.br/ , e recomendo sua leitura, leve e agradável, tanto para aqueles que lá foram em alguma época, quanto para os que só conhecem o local pelas narrativas dos colegas.
Amanhã transcreverei email de um amigo cujas palavras relatam, com precisão, não apenas o espírito de uma época das nossas vidas, mas todo um legado que nos foi permitido compartilhar.
Nota: fotos copiadas do blog http://pinheiral.blogspot.com
Na pesquisa por matéria para este blog, descubro um outro, mantido também por um ex-aluno, hoje professor, Edson Osni Ramos, também conhecido como "Cebola".
Esse outro blog, feito com muito capricho, tem seu foco em um local que muitos de nós frequentou, principalmente no ginásio: a Casa da Juventude, que fica em Pinheiral.
Abrange uma época um pouco posterior a nossa, mas tem fotografias que permitem lembrar como era no nosso tempo, assim como mostra como são as instalações de hoje.
O endereço é http://www.pinheiral.blogspot.com.br/ , e recomendo sua leitura, leve e agradável, tanto para aqueles que lá foram em alguma época, quanto para os que só conhecem o local pelas narrativas dos colegas.
Amanhã transcreverei email de um amigo cujas palavras relatam, com precisão, não apenas o espírito de uma época das nossas vidas, mas todo um legado que nos foi permitido compartilhar.
Nota: fotos copiadas do blog http://pinheiral.blogspot.com
segunda-feira, 26 de março de 2012
Falecimento
Leio, com muito pesar, notícia que informa o falecimento do Professor Augusto Coelho, ocorrido ontem, dia, 25 de março.
O Professor Augusto Coelho - pelo que lembro, sempre foi tratado assim, com nome e sobrenome - lecionou Português para a nossa turma, porém ensinava também Francês e Latim. Lembro perfeitamente dele, um professor absolutamente justo e tranquilo. Embora na época muito novo para analisar as pessoas, enxergava nele sobretudo dignidade.
Perde-se um verdadeiro Mestre.
O Professor Augusto Coelho - pelo que lembro, sempre foi tratado assim, com nome e sobrenome - lecionou Português para a nossa turma, porém ensinava também Francês e Latim. Lembro perfeitamente dele, um professor absolutamente justo e tranquilo. Embora na época muito novo para analisar as pessoas, enxergava nele sobretudo dignidade.
Perde-se um verdadeiro Mestre.
domingo, 25 de março de 2012
A diversão naquela época
Inoxidáveis,
Encontrei um antigo (2000) artigo sobre um dos locais que costumávamos frequentar na época do colégio (e um pouco depois também): a boite Capelinha! Creio que a maioria viajará no tempo com este artigo do saudoso Audírio Simões.
Capelinha, o "point
da moçada" nos anos 70Tranformação de ex-igreja em boate rendeu discussão com segmentos conservadores e garantiu sucesso do local Aldírio Simões Queixas
Decoração sacra apimentou
polêmica e dividiu opiniõesMotel
Encontrei um antigo (2000) artigo sobre um dos locais que costumávamos frequentar na época do colégio (e um pouco depois também): a boite Capelinha! Creio que a maioria viajará no tempo com este artigo do saudoso Audírio Simões.
"DANCING DAYS"Maurício Amorim na Capelinha, em foto de 1974, ano da inauguração: melhor casa noturna até 1978Foto: Arquivo pessoal Maurício Amorim/Original P&B |
da moçada" nos anos 70
No início dos anos 70, a pacata Florianópolis de alguns poucos bares boêmios, dos encontros da juventude no Lira e Doze de Agosto e dos caminhos madrugais que levavam às casas de meretrício na Vila Palmira, uma capela em Itaguaçu, transformada em boate, balançou as estruturas conservadoras da cidade, provocando a indignação do clero e o desconforto das autoridades, tornando-se o ponto de referência da juventude, a mais movimentada casa noturna de Florianópolis.
Em 1974, os proprietários restaurante Tritão na praia da Saudade, Zé Ávila e Fábio Bassani, estimulados com o sucesso do restaurante que reunia a fina flor da cidade, decidiram ampliar os seus negócios comprando a área em que estava edificada a capelinha de Itaguaçu. Nunca ficou muito bem explicado como o pároco responsável conseguiu vender o imóvel, que se encontrava desativado com a construção da igreja de Coqueiros. Como a Prefeitura inviabilizou nova construção no local, os proprietários decidiram ocupar o prédio instalando no local no uma boate, batizando-a de Capelinha.
O advogado Maurício Amorim, assíduo freqüentador do Tritão e amigo dos proprietários, assumiu o controle da nova casa noturna, arrendando-a por um preço simbólico, com a sua inauguração abalando as estruturas da sociedade conservadora. A idéia conquistou generosos espaços na imprensa e, na discussão envolvendo o clero e autoridades que se posicionaram contra, a juventude, sem outras opções que não fossem as repetitivas soarês do Lira e clube Doze, e alguns bares sem atrativos na região da Beira-mar, se manifestou favorável, apoiando a iniciativa.
Em 1974, os proprietários restaurante Tritão na praia da Saudade, Zé Ávila e Fábio Bassani, estimulados com o sucesso do restaurante que reunia a fina flor da cidade, decidiram ampliar os seus negócios comprando a área em que estava edificada a capelinha de Itaguaçu. Nunca ficou muito bem explicado como o pároco responsável conseguiu vender o imóvel, que se encontrava desativado com a construção da igreja de Coqueiros. Como a Prefeitura inviabilizou nova construção no local, os proprietários decidiram ocupar o prédio instalando no local no uma boate, batizando-a de Capelinha.
O advogado Maurício Amorim, assíduo freqüentador do Tritão e amigo dos proprietários, assumiu o controle da nova casa noturna, arrendando-a por um preço simbólico, com a sua inauguração abalando as estruturas da sociedade conservadora. A idéia conquistou generosos espaços na imprensa e, na discussão envolvendo o clero e autoridades que se posicionaram contra, a juventude, sem outras opções que não fossem as repetitivas soarês do Lira e clube Doze, e alguns bares sem atrativos na região da Beira-mar, se manifestou favorável, apoiando a iniciativa.
De nada adiantou lideranças religiosas queixarem-se para o prefeito Ary Oliveira sobre o "empreendimento absurdo" de seu chefe de gabinete Maurício Amorim, ou mesmo a indignação do padre Bianchini ao "excomungá-lo" na missa das oito diante de dezenas de fiéis. "O prefeito bem que tentou demover-me da idéia, mas não havia mais como retroceder. Existia uma certa euforia em torno da inauguração da boate. Quanto à atitude do padre Bianchini em me escrachar, não foi a primeira vez que isto ocorreu. Fui excomungado também quando inaugurei o clube Paineiras e programei a primeira soarê em plena Quaresma, ocasião que nem rádio se ouvia."
SOSSEGOEx-arrendatário da Capelinha, Maurício desistiu da boate para casar: modelos eram "completamente distintos"Foto: Jean Bastos |
MEMÓRIAA Capelinha, em tapeçaria: símbolo da época em que as melhores alternativas de diversão estavam em CoqueirosFoto: Jean Bastos |
polêmica e dividiu opiniões
As características externas da capela foram mantidas numa primeira etapa. Entretanto, o arquiteto Paulo Rocha apimentou a discussão quando optou por decorar as paredes interiores com figuras do anjo Gabriel, e sugeriu colocar um anjo barroco em que a cerveja jorraria pelo seu pênis. A decoração foi concluída com a instalação de um sino de bronze "furtado" da fábrica de esquadrias do Aldo Kuerten (pai de Guga), que acabou trazendo muito incômodo para Amorim, com a clientela a badalajar o sino depois de algumas doses acima da média, deixando o discotecário Domingos Vicente em polvorosa.
A Capelinha tornou-se exemplo de sucesso, o seu espaço físico acanhado era insuficiente para concentrar tanta gente que ocupava todos os espaços, sendo necessária a presença da polícia para controlar o excesso de pessoas na porta. Os freqüentadores dançavam sobre as mesas de mármore, destruindo-as, e quebrando, involuntariamente, cerca de 60 copos por noite. "A casa tinha capacidade para apenas cem pessoas, mas não foram poucas as noites que reunia cerca de 350. Chegávamos a vender nada menos do que 40 garrafas de uísque numa noite", conta Amorim.
Os freqüentadores inventavam todas as formas para entrar na boate da moda, penetrando pelo telhado do banheiro ou usando maneiras pouco convencionais, como o Airton Oliveira entrando no recinto como se fosse entregador de gelo, equilibrando uma caixa sobre a cabeça. Amorim comandava a casa com mão de ferro, usando a sua reconhecida liderança e batendo de frente com possíveis baderneiros. Boêmio e apostando na fama de garanhão, o Casanova do Ribeirão - origem de sua família - elegia a sua presa e com a qual permanecia dançando e bebendo, após o fechamento da casa, sem ninguém a incomodá-lo.
Na década de 70, as melhores opções de divertimento estavam em Coqueiros. O badalado restaurante Tritão era o ponto de encontro da cidade, com boa música ao vivo, o sambão comandado por Tuca e Detto e disputada feijoada aos sábados, iniciada pela turma de Maurício Amorim, ao encomendar o feijãozinho amigo para o seu grupo de 15 pessoas. No auge da fama o Tritão chegou a servir cerca de 400 feijoadas. Entre 74 e 78, a vida noturna de Florianópolis se resumia entre o Tritão e a Capelinha, além do bar La Piedra, um rancho encravado nas areias de Itaguaçu freqüentado pela boemia de carteirinha.
A Capelinha tornou-se exemplo de sucesso, o seu espaço físico acanhado era insuficiente para concentrar tanta gente que ocupava todos os espaços, sendo necessária a presença da polícia para controlar o excesso de pessoas na porta. Os freqüentadores dançavam sobre as mesas de mármore, destruindo-as, e quebrando, involuntariamente, cerca de 60 copos por noite. "A casa tinha capacidade para apenas cem pessoas, mas não foram poucas as noites que reunia cerca de 350. Chegávamos a vender nada menos do que 40 garrafas de uísque numa noite", conta Amorim.
Os freqüentadores inventavam todas as formas para entrar na boate da moda, penetrando pelo telhado do banheiro ou usando maneiras pouco convencionais, como o Airton Oliveira entrando no recinto como se fosse entregador de gelo, equilibrando uma caixa sobre a cabeça. Amorim comandava a casa com mão de ferro, usando a sua reconhecida liderança e batendo de frente com possíveis baderneiros. Boêmio e apostando na fama de garanhão, o Casanova do Ribeirão - origem de sua família - elegia a sua presa e com a qual permanecia dançando e bebendo, após o fechamento da casa, sem ninguém a incomodá-lo.
Na década de 70, as melhores opções de divertimento estavam em Coqueiros. O badalado restaurante Tritão era o ponto de encontro da cidade, com boa música ao vivo, o sambão comandado por Tuca e Detto e disputada feijoada aos sábados, iniciada pela turma de Maurício Amorim, ao encomendar o feijãozinho amigo para o seu grupo de 15 pessoas. No auge da fama o Tritão chegou a servir cerca de 400 feijoadas. Entre 74 e 78, a vida noturna de Florianópolis se resumia entre o Tritão e a Capelinha, além do bar La Piedra, um rancho encravado nas areias de Itaguaçu freqüentado pela boemia de carteirinha.
A principal artéria de Coqueiros era transformada num grande de estacionamento de carros. Tinham preferência em estacionar na praia do Meio, que ficava a meio caminho entre o Tritão e Capelinha. O pátio do Tritão se transformava num grande motel e os garçons, que já conheciam a clientela, não se aproximavam dos veículos quando o balançar das respectivas antenas assinalavam que os casais não deveriam ser importunados. "Naquela época, no fim-de-semana, principalmente, o pessoal terminava a noite na Capelinha e amanhecia no pátio do Tritão, para dar continuidade à festa", lembra Amorim, ao avaliar que a juventude de hoje é bem mais comportada do que a da sua época: "A gente saía de casa para brigar. Não foi à toa que o Paineiras ficou rotulado como 'Pauleiras'", complementa, sem deixar esconder a cicatriz estampada no nariz, resultado de uma cadeirada durante uma briga no Lira.
A boate Capelinha se manteve imbatível como a melhor casa noturna da cidade até 1978, quando o seu arrendatário, Maurício Amorim, decidiu dar um basta na vida desregrada para casar. "Ficou incompatível conviver com dois modelos de vida completamente distintos", justifica. (AS)
A boate Capelinha se manteve imbatível como a melhor casa noturna da cidade até 1978, quando o seu arrendatário, Maurício Amorim, decidiu dar um basta na vida desregrada para casar. "Ficou incompatível conviver com dois modelos de vida completamente distintos", justifica. (AS)
sábado, 24 de março de 2012
Sugestão do Theodoro Ducker
Inoxidáveis,
Após as salas de aula, o Teté sugeriu que se colocasse a foto de um objeto importante no colégio: o mimeógrafo, que muito auxiliou em algumas provas. Creio que a maioria dos nossos filhos não o conhecem. Segue então a prova do crime, quero dizer, a central de impressão do Catarinense naquela época:
Após as salas de aula, o Teté sugeriu que se colocasse a foto de um objeto importante no colégio: o mimeógrafo, que muito auxiliou em algumas provas. Creio que a maioria dos nossos filhos não o conhecem. Segue então a prova do crime, quero dizer, a central de impressão do Catarinense naquela época:
sexta-feira, 23 de março de 2012
Esse tem 40 anos que não vejo
Uma das coisas boas na organização dos nossos encontros é o "garimpo" de alguns, quando a gente localiza a pessoa, claro. Saber o que foi fez, onde esta, enfim, satisfazer nossa curiosidade sobre os colegas é bom. E, felizmente, nossa turma só rendeu bons frutos. Estamos espalhados, gente em Brasília, Belo Horizonte, São Paulo, Porto Alegre, Curitiba, Florianópolis, claro, mas estamos bem. E como pedi, recebemos email de alguns contando o que foi feito da vida. O email que transcrevo em seguida é de um dos que, aposto, a maioria não vê desde o colégio:
Apos a formatura do "Catarinense", tentei e passei no Vestiba da UFSC ( 73) para medicina, colei grau de médico em dez /78, fiz especialiação em urologia no Hosp. Servidores em Floripa ( 79 e 80), Fui para Curitiba , mais uma especialização em medicina do trabalho, e me radiquei em Paranaguá desde 1982, onde ate o momento estou.
Casei , tenho 03 filhos, a mais velha, é advogada e medica veterinaria , a do "meio" ,bioquimica e terminado medicina ( 6º ano-Ctba) e o caçula ( 23 anos), ja medico e fazendo psiquiatria em Ctba.
Neste interim, fiz faculdade de direito e tambem sou advogado ( com prova da OAB rsrsrsr), e sou alem de urologista e medico do trabalho, medico perito previdenciário do INSS.
Saudades de nossos tempos de travessuras, típicas de nossa juventude, como : fumar "phillip morris" sabor chocolate atras da figueira no C. Catarinense ( escondido - lógico)...lembra-se?, das boites do lira, 12, etc.
Dos colegas de turma do Catarinense, dos colegas, do " Vai ter pau hoje na leiteria"....lembra-se???... foram tempos que não se repetem, so saudades da juventude que não retorna....muitas saudades.
Estas são as palavras do Sylvio Francisco Mendes Truppel, um dos campeões da olimpíada de 1969, que garante que estará aqui em 18 de agosto, para o nosso encontro. Seja muito bem vindo, Sylvio..
Apos a formatura do "Catarinense", tentei e passei no Vestiba da UFSC ( 73) para medicina, colei grau de médico em dez /78, fiz especialiação em urologia no Hosp. Servidores em Floripa ( 79 e 80), Fui para Curitiba , mais uma especialização em medicina do trabalho, e me radiquei em Paranaguá desde 1982, onde ate o momento estou.
Casei , tenho 03 filhos, a mais velha, é advogada e medica veterinaria , a do "meio" ,bioquimica e terminado medicina ( 6º ano-Ctba) e o caçula ( 23 anos), ja medico e fazendo psiquiatria em Ctba.
Neste interim, fiz faculdade de direito e tambem sou advogado ( com prova da OAB rsrsrsr), e sou alem de urologista e medico do trabalho, medico perito previdenciário do INSS.
Saudades de nossos tempos de travessuras, típicas de nossa juventude, como : fumar "phillip morris" sabor chocolate atras da figueira no C. Catarinense ( escondido - lógico)...lembra-se?, das boites do lira, 12, etc.
Dos colegas de turma do Catarinense, dos colegas, do " Vai ter pau hoje na leiteria"....lembra-se???...
Estas são as palavras do Sylvio Francisco Mendes Truppel, um dos campeões da olimpíada de 1969, que garante que estará aqui em 18 de agosto, para o nosso encontro. Seja muito bem vindo, Sylvio..
quinta-feira, 22 de março de 2012
Ainda a sala
Já que ninguém respondeu, mostro o outro lada daquela porta à direita:
Amanhã trago notícias de um colega que, aposto, a maioria não vê há 40 anos.
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"DANCING DAYS"Maurício Amorim na Capelinha, em foto de 1974, ano da inauguração: melhor casa noturna até 1978
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MEMÓRIAA Capelinha, em tapeçaria: símbolo da época em que as melhores alternativas de diversão estavam em Coqueiros
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